A mulher de 30 anos não era nascida no 25 de Abril de 74; não ouviu radionovelas e não vibrou com o Festival da Canção. A mulher de 30 anos tropeçou em dois séculos e está aqui! Também opina, ainda não é anciã e agora é mãe

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Terça-feira, 15 de Setembro de 2009

...

Deparei-me ontem, enquanto preguiçosamente exercitava o indicador no comando do meu televisor, que há um autor português de um livro de auto-ajuda que está rico.

 
Não é fácil enriquecer em tempo de crise.
 
Ele é uma das excepções. Porquê? É muito esperto. Esperto (de acordo com o paupérrimo dicionário do word- que eu não tenho tempo para mais- sinónimo de astuto, vivo, perspicaz).
 
O senhor representa alegremente aquela malta que da fantasia passa à acção. Uma pessoa tem de se render à evidência: muitos são os que pensam em negócios, invenções e outras coisas, falam, falam e não passam à prática. Este senhor, não. Segundo o próprio, em entrevista à rtp memória, não há melhor alturinha do que esta para lançar um livro de auto ajuda. Tem razão- pensei eu. Mais. Tem verborreia e faz palestras. E sobre o quê? A poupança! E quem lhe ensinou o básico? Imagine-se, os pais. E porque é que ganha a vida com isto? Porque os pais dos outros não fizeram como os dele e não ensinaram os filhos a poupar.
 
Não se pode de todo condenar este cidadão. Um perfeito self-made man. O livro vai na 3ª edição e diz ele, com desconcertante sinceridade, não vai parar de vender. Prevê várias edições a partir de Janeiro próximo quando a subida da taxa de juro voltar a entalar os portugueses. E mais palestras sobre poupança.
 
Fico contente, pois fico, quando um nobre cidadão demonstra esta argúcia, este sentido de oportunidade, encontra um nicho de mercado e explora-o, as pessoas que não sabem poupar, aprendem e toda a gente fica contente.
 
Depois de uns 25 minutos a ouvir o senhor até eu (poupada por natureza e educação) já estava a ponderar aderir à moda dos três mealheiros: um para o curto prazo, outro para o longo e outro para um futuro nebuloso em que a necessidade justificasse o engenho passado.
 
Fogo! Até que enfim que alguém se lembra de tentar pegar naquela moda americana, elevando à categoria da descoberta da pólvora o mais básico dos ensinamentos populares portugueses concentrado naquele provérbio que eu adoro (e que já uma vez aqui fiz referência) e que graça assim
 
“Não sejas como o marquês de bronze que ganha dez e gasta onze”
 
E incentiva a leitura? Incentiva. E faz parte do plano nacional de Leitura? Não. (E ainda bem que pelo folhear da obra percebi que não se tratava de nenhum ensaio; antes fazia apanágio de diagramas, letras gordas e capítulos curtos).
 
Moral do post: cada país tem o best seller que merece.
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publicado por amulherdetrintaanos às 23:48
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