A mulher de 30 anos não era nascida no 25 de Abril de 74; não ouviu radionovelas e não vibrou com o Festival da Canção. A mulher de 30 anos tropeçou em dois séculos e está aqui! Também opina, ainda não é anciã e agora é mãe

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Boa noite,Como a entendo.Uma coisa é fazer o "que ...
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Segunda-feira, 22 de Setembro de 2008

Idiossincrasias algarvias

 

 

Estive entre Cacela e Vila Real de Santo António com a minha progenitora.

 

Apanhei todo o sol que consegui.

 

Como a água é quente para aqueles lados, não ressequi.

 

Faz-me bem o sol.

 

Não liguei aos turistas cor de camarão extra cozido. Não liguei aos preços altíssimos da restauração do sítio. Li um livro. Conversei e flanei por lá.

 

Primeira coisa estranha (parecem que vêm ter comigo!).

 

 

Cadé a legenda a explicar o porquê do nome? Ou o obituário? Ou algo que nos faça perceber o motivo de, ao nome mais comum deste país, lhe acrescentarem mais dois e toma lá com a Rua das Três Marias. Quem eram? O que fizeram? Eram irmãs? Viveram  uma relação amorosa que chocou Vila Nova de Cacela? Eram desgraçaditas e eremitas a fazer lembrar as moças da Casa de Bernarda Alba, mas só com três irmãs? O Tchecov passou em Cacela? Não sei. O mistério consumiu-me.

 

Depois não resisti a captar este painel de azulejos cujo tema fica a dever-se a essa sabedoria tão pragmática que é a do povo. "Deitar água na fervura". Magnífico painél que adorna a fachada da ordem e da lei em Vila Real de Sto António. É bonito.

 

 

 

E esta é intrigante ao princípio, quando de Altura para Cacela Velha começamos a ver placas com esta indicação. Indagámos. Era "a" fábrica, ouvimos dizer. Antiquíssimo exemplo de arquitectura industrial. A placa indicaria a fábrica "de tijolo". Vulgo que fazia tijolos. "Ah, deve estar musealizada! Vamos ver".

 

 

Era. Pois era. Porque quando lá chegámos, ou seja, três placas depois, uma descida íngreme e uma baía sem saída já nada restava da fábrica. Atrás desta placa, uma terraplanagem. Perguntei a um autóctone: "Ó senhor, não me dizia onde é a fábrica?". "Era ali, agora já não é". Fiquei desapontada. Ó senhores da Câmara Municipal aí do sítio, retirem lá as placas do meio da estrada! Se a fábrica foi à vida, não enganem as pessoas que a gasolina está cara. E não éramos só nós a perguntar pela fábrica... francamente!

 

 

 

Ficámos com este esteiro de ria. Bem bonito por sinal e não cheirava mal.

 

Perante estes apontamentos tão identitariamente nossos como é que ainda se afirma por aí que o Allgarve já não é português?

sinto-me: provocadora
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publicado por amulherdetrintaanos às 22:07
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