A mulher de 30 anos não era nascida no 25 de Abril de 74; não ouviu radionovelas e não vibrou com o Festival da Canção. A mulher de 30 anos tropeçou em dois séculos e está aqui! Também opina, ainda não é anciã e agora é mãe

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Boa noite,Como a entendo.Uma coisa é fazer o "que ...
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Quinta-feira, 12 de Junho de 2008

Dia não

 

 Eu não fui ao Rock in Rio.

 

Eu não vi os jogos da selecção.

 

Eu não fui ver o Sexo e a Cidade.

 

Eu não tenho a bandeira nacional à janela.

 

Eu ontem não corri alarmada para as bombas gasolineiras da região onde habito.

 

Em contrapartida…

 

Eu tenho o carro na reserva e não encontro hoje estação de serviço sem 500 carros à espera num raio de 30 quilómetros e já se me assoma ao pensamento ir comprar uma bicicleta baratinha para me deslocar para o emprego.

 

Eu já fui à praia, mergulhei e comi caracóis.

 

Eu finalmente já fui à Feira do Livro. Eu ontem não corri para o super e, muito menos, para o hipermercado aqui da terrinha e fiquei contente, pois comprovei que não sou pessoa alarmista, apenas previdente, pois contei, esgueirada na minha porta da despensa, quantos pacotinhos de arroz cigala-que-se-faz-no-micro-ondas-num-minuto e as empilhadas latas de atum tinha e não pensei mais nisso.

 

E para momentos de alienação desta esquizofrenia bipolar lusitana que tão depressa se lamuria da desdita socio-económica do país, como, de repente, desata a gritar, qual doente com Tourette, "VIVA, VIVA!!! PORTUGALI! PORTUGALI! O EURO È NOSSO!" (era bom era que o euro fosse nosso, era! que chutássemos na inflação e na taxa de juro com um belo dum remate certeiro e duradouro...). Mas, enfim, para os tais momentos de alienação eu não recorro à confraternização colectiva de associada da selecção, mas a uma das minhas aquisições livreiras: uma espectacular nova abordagem ao estilo policial cuja história nos remete constantemente para a memória dos protagonistas, com um detective como eles devem ser, cheio de idiossincrasias e memórias recalcadas, mas estiloso q.b…. Apesar das muitas referências só memoráveis para quem tem, de facto, memória e é norte-americano de berço, a tradução está excelente e dá-nos os esclarecimentos necessários. Não consigo parar de ler, ontem adormeci passava das quatro e hoje mal posso esperar para  acabá-lo… Se não fosse tão certinha e crescida (e com casa para pagar) tinha ficado em casa e já sabia o fim da história!

 

Até vos recomendo, apesar de não ter comissão.

What the Dead Know

 

Só um contra: vê-se mesmo que foi editado numa manobra de marketting aproveitadora do desaparecimento mediático de Lagos, o que é sempre, no minímo irritante e muito pedante da parte do cérebro editorial, mas pronto... não resisto a uma narrativa policial.

 

 

 

Editado pela Gótica e com a tradução portuguesa "Só os Mortos Sabem..." A capa é igual.

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publicado por amulherdetrintaanos às 22:31
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