A mulher de 30 anos não era nascida no 25 de Abril de 74; não ouviu radionovelas e não vibrou com o Festival da Canção. A mulher de 30 anos tropeçou em dois séculos e está aqui! Também opina, ainda não é anciã e agora é mãe

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Quinta-feira, 3 de Abril de 2008

Tenho estado

 

 

... cansada

 

... stressada

 

... irritada

 

e depois, oscilando entre o cansada , stressada  e irritada ; uns momentos de  esgotamento energético galopante e outros de  amuo sociopata porque, no meio de tudo isso, eis que... de repente... alguém resolve atirar uma piada daquelas que servem para cortar a tensão, mas acrescentam-lhe algo ainda mais grave: são propensas a interpretações diversas e caem que nem um meteoro desenfreado, bem no meio da nossa exasperação, aí... fico piurça e sou mesmo bestial, não como uma estrla genial, mas no de besta mesmo, no sentido de que tenho consciência que sou mazinha como as cobras de água (= a sou má, mas não malvada de todo) e digo coisas curtas, mas daquelas que depois (noutros momentos mais calmos) até me fazem pensar... olha, aquela fez até foi bem lançado aquele meu desabafo estridente, agora estavas mesmo a pedi-las e não te vou dizer porque não há contexto de stress que justifique... bolas! E depois congratulamo-nos interiormente por essa nossa atitude tão corajosa de outrora e aquilo lembra-nos que existem certos momentos em que ser bruta que nem uma porta é muito terapeútico e pode funcionar a longo prazo, tendo até potencial para ser usado em situações em que social e hierarquicamente estamos condicionados ou em desvantagem.

 

Por isso e neste carrocel de emoções em que trabalhos colectivos nos condicionam a um horário quase jornaleiro e em que já quase toda a gente disse mal do seu semelhante, mas nas suas costas; já disse mal do seu semelhante, mas à sua frente; em que já toda a gente comentou as faltas dos outros, se rebelou contra aquele gajo que tem mau feitio, mas como há 14 horas estás a levar com ele, para logo a seguir ir desculpar-se com outro, para depois o outro vir comentar...

 

mas o que eu gosto mais nos meus colegas de trabalho é serem todos boas pessoas e de toda a gente estar na mesma onda. E a onda é muito fixe porque tudo isso que se dize, fez, gritou, amuou, riu, gargalhou, parvejou toca a todos e nunca a um sozinho e vai, durante o ano, mudando e passando por todos e ninguém levar a mal, não remoer demasiado e gostar de fazer o que faz apesar das lamentações expiadoras...

 

E porque há uma semana durmo pouco, não tenho tempo tido para nada a não ser trabalhar, não ter energia nem sequer lembrança de ir comprar o jornal e acomodar-me às parangonas melodramáticas do da tasca da esquina, almoçar em 30 minutos e levantar-me 500 vezes d permeio para tratar de coisas pendentes e inesperadas...  hoje já estou bem mais disposta ... porque...

 

está a terminar esta voltinha no carrocel laboral...

 

Depois destes ciclos é que aprecio o tempo... tanto, tanto que até aspiro a casa com devoção e aprecio extasiada cada momento que limpo o caixote do meu gato!

publicado por amulherdetrintaanos às 23:38
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