A mulher de 30 anos não era nascida no 25 de Abril de 74; não ouviu radionovelas e não vibrou com o Festival da Canção. A mulher de 30 anos tropeçou em dois séculos e está aqui! Também opina, ainda não é anciã e agora é mãe

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Terça-feira, 22 de Janeiro de 2008

Então e aquelas vontades com que nos atraiçoamos a nós próprios?

Ou doutra maneira: porque raio somos nós tão masoquistas com a nossa pessoa?
 
Então não é que descobri há pouco, mas isto já anda assim há uns bons anos, que existem desejos adormecidos em cada um de nós cujo cumprimento acarreta níveis consideráveis de perigo e são também altamente enganadores.
 
Desejos latentes (devem estar, só pode) que se soltam nas alturas mais inapropriadas. Desejos megalómanos ou não, mas parvos que se farta porque estão fora de tempo.
 
Chamar-lhes-ia de anseios inoportunos e deixo-vos uma lista ilustrativa da parvoíce da coisa de que falo:
 
  1. A constatação absurda de que não tenho nada que se aproveite para vestir, associada a uma forte e avassaladora vontade de ir gastar dinheiro, indo “às compras”, mais corriqueiramente apregoada cá em casa como “Não tenho roupa nenhuma!” (enquanto olho descorçoada para o roupeiro) e isto só acontecer quando não tenho mesmo dinheiro para gastar em roupa.
 
  1. A vontade incontrolável de comer todos os doces, sólidos, gelatinosos e cremosos, queijos e junk food em geral, que tenho em casa no dia antes de ir fazer análises e com isto ainda ficar boquiaberta com os índices elevados do meu colesterol “mauzão”.
 
  1. Aquela pergunta, mesmo parva, que disparamos sem pensar, com a vontade genuína da saudade à mistura, a um/a conhecido/a que não vemos há muito tempo e que até sabemos que é um pouquito hiponcondríaco/a e verbalmente diarreico/a: “Então, o que é que tens feito?” e ser esta a última pergunta a fazer a tal pessoa, pois é de âmbito demasiado lato e ficamos a levar com um monólogo depressivo numa maratona de várias temáticas sempre em torno de si próprio.
 
  1. Tomar decisões parvas em momentos mesmooo desadequados como, por exemplo, acordar e achar que está um dia tão bonito que merece mesmo uma caminhada saudável e enérgica, ainda longa, até ao local de trabalho. Deixar o carro à porta de casa, começar a caminhar e só na subida mais íngreme, já cheiinha de dores de barriga, me lembrar que começa hoje uma altura do mês algo incomodativa. Chegar ao trabalho de mau humor, com dores nas pernas, despenteada (porque entretanto estava sol, mas uma ventania) e os sapatos todos enlameados. Mais as dores de barriga. E saudável e enérgica serem adjectivos tão distantes da minha pessoa como, entre si, o Pólo Norte e o Pólo Sul.
 
Daaah!!!
 
publicado por amulherdetrintaanos às 13:23
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