A mulher de 30 anos não era nascida no 25 de Abril de 74; não ouviu radionovelas e não vibrou com o Festival da Canção. A mulher de 30 anos tropeçou em dois séculos e está aqui! Também opina, ainda não é anciã e agora é mãe

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Terça-feira, 26 de Agosto de 2014

Update atrasado sobre necrologias dedicadas a Robin Williams

Não era o meu actor de eleição e nem lá chegava perto. Parafraseando um professor de filosofia que tive no secundário, o Clube dos Poetas Mortos é um dos filmes mais sobrevalorizados da história hollywoodesca, sem mérito. Hoje em dia então considero o filme mesmo muito mau: para aprender não é necessário armar um circo como aquele em que o argumento se agarra e aquele dramatismo desmesurado do professor sofrido porque também ele foi um rebelde e há-de quebrar o sistema por dentro, sacrificando-se a um fim já conhecido desde o início, o desemprego, nada traz de novo. Os alunos não aprendem porque sem embelezamento dos conteúdos, a coisa é difícil e tudo o que é difícil, desmotiva. O filme é uma ode ao facilitismo, nada tem de poético porque é forçado, os dramas tratados estão banalizados e secundarizados pelo argumento básico e o contributo do actor principal vai na linha da carpideira. Já me esforcei, mas não me lembro mesmo de nenhum filme com o senhor que tenha gostado: N´O Rei Pescador estive lá perto, mas para mal do Jeff Bridges, foi mesmo a interpretação do Robin Williams quem estragou aquilo.

Posto isto, é sempre com tristeza que me deparo com a amplitude destruidora da doença mental. Não devia haver necessidade.
publicado por amulherdetrintaanos às 17:18
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3 comentários:
De Jose Luis da Mota a 31 de Agosto de 2014 às 19:37
Seria óptimo que um dia pudesses olhar para os pequenos prazeres da vida, como o filme O Clube dos Poetas Mortos, que por sinal, para mim foi um dos melhores filmes que vi, sem uma crítica devastadora. Tenta ver o mundo numa perspectiva de que quase tudo pode ser agradável mesmo não o sendo. Se formos pensar em tudo quanto é mau, então é melhor irmos embora, porque alguns filmes são uma “chatice”, porque alguns livros são uma seca, porque imensa música é uma “pimbalhice”. Se tudo fosse como nós gostaríamos, então o mundo seria mesmo uma “chatice pegada”. Um abraço e tudo de bom para ti
De amulherdetrintaanos a 1 de Setembro de 2014 às 10:06
Um dos pequenos prazeres da vida é a sua diversidade, incluindo a de pensamento. Outro pequeno prazer é aceitarmos a relatividade das coisas e dos outros. Usufruir das pequenas coisas da vida não pressupõe a anulação do espírito crítico; essa seria a suprema infelicidade. Tudo de bom para si também.
De AMORXU a 3 de Setembro de 2014 às 21:10
olá :pp

ultimamente tenho estado sempre no teu blog a ver as tuas postagens ! adoro. criei um blog agora mesmo e gostava que me desses a tua opiniao.
http://cmw.blogs.sapo.pt/

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