A mulher de 30 anos não era nascida no 25 de Abril de 74; não ouviu radionovelas e não vibrou com o Festival da Canção. A mulher de 30 anos tropeçou em dois séculos e está aqui! Também opina, ainda não é anciã e agora é mãe

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Terça-feira, 26 de Agosto de 2014

E eis-me de volta, retemperada, pós férias!

image001.png

Para trás um sul de Espanha a rimar mesmo com verão: muito calor, pouca humidade, nenhuma pluviosidade, muita praia, muito castelo e fortaleza, muita luz solar, muitos gelados e muitas tapas! Málaga é uma cidade gigante, muito movimentada, próxima de praias espectaculares, com muitos museus (a comprovar que a quantidade pode ser inimiga da qualidade) e pertíssimo de locais muito bonitos que fazem o coração da Andaluzia pulsar para além das sevilhanas. Já volto, mais a sério!

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publicado por amulherdetrintaanos às 15:56
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Segunda-feira, 21 de Julho de 2014

It´s the final countdown... almost there...

paisajes hermosos tajo de ronda por la mañana

 

 

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publicado por amulherdetrintaanos às 10:17
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Quinta-feira, 3 de Novembro de 2011

Ao meu lanche só faltava...

O queijo feta.
 
Contudo, nesta fase conjuntural, a um português, pode parecer um pouco antropofágico ingerir coisas gregas. A mim ocorreu-me a sensação.
 
Assim sendo, fico-me com o chá de menta em copo árabe (dão-se lindamente), servido no interior de um aquecido bule japonês made in china e, acompanhando, a marmelada caseira da minha progenitora sob um crocante de seis bolachas de seu Maria (nunca se aborrecem).
 
E dias de férias em Novembro e com chuva? É muitoooo fixe!
 
 
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publicado por amulherdetrintaanos às 17:32
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Quarta-feira, 5 de Agosto de 2009

I´m back in (my very small) town

 e já não tenho frio!

 

Isto é bom que se diga. Os meus rasgados elogios a todos os imigrantes portugueses que trocaram este clima por outros, muito mais, austeros. Instabilidades políticas à parte, a América do Sul seria o meu destino. É que comprei um micro guarda chuva que continuou a ser usado nas duas semanas seguintes.

 

Ora como cheguei há 2 dias e sou lenta a despedir-me das férias ainda ando a meio gás.

 

Como sempre não parei; emagreci dois quilos, tenho ainda bolhas nos pés, mas estou muito feliz (isto não vos interessa para nada, mas estou com o meu moleskine cor de rosa ao lado e a meio dumas colagens e não consigo parar de estar assim... feliz... as minhas desculpas para quem não vai de férias).

 

Numa esfera muito yungiana: beer & umbrella

estarão nos próximos anos associados a Londres

 

Depois de Londres, rumei a Bilbao e já que estava lá perto, andei pelo resto do País Basco espanhol e depois pelo francês (que até parecia mal não ir lá e era ali mesmo à esquina da Espanha).

 

Para já umas fotos do primeiro périplo que isto tem de ser devagarinho.

 

 

Isto é mesmo muito pimba; daquelas coisas de turista mentalmente pobrezinho, mas eu não me controlei. Depois de arrastar o homem de trinta anos durante 3 km a pé, perguntar 4 vezes indicações; eu cheguei lá (e com o chapezinho de chuva... irra!)

Abbey Road, ao ladozinho do nº5 e correndo sérios riscos de atropelamento.

 

E a Sonjita tinha razão.

 

O meu coração ficou em Camden, no meio dos estábulos, algures entre a loja onde comprei os meus sapatos que eu depois mostro e a rastafari a quem comprei o meu chapéu ultra...

 

Entre mercados de rua e mercaditos, este não foi o meu preferido, mas foi onde me fartei de comer framboesas numas caixinhas tão higiénicas por 1£...

 

E mais para a próxima que agora, como ainda estou de férias, vou para a praia tentar ficar da cor do verão:)

 

sinto-me: com cor de inverno
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publicado por amulherdetrintaanos às 12:54
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Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2009

Do pragmatismo ao cálculo matemático: rentabilizar dias de férias trabalhando esclavagisticamente será opção?

Eis o actual dilema!

 

 
Sou deveras calculista com todos os meus dias de férias. Não sou pessoa de discriminar este ou aquele dia. Para mim são todos iguais. Por eles faço tudo. Não é qualquer perspectiva de “ponte” que me convence, ai pois não! Não é o cheiro a primavera que anda por aí no ar, nem os programas de fugas “para fora cá dentro” dos outros, ai não é, não! Não, senhora, eu não gasto assim as minhas férias: eu tento preservá-las até ao último malabarismo permitido pelo calendário. Chega a ser ridículo e estou mesmo aqui e agora a considerar se não serei mesmo… parva!
 
Porque eu poderia ter agora um fim-de-semana prolongado. Pois podia. Mas não vou ter. Virei trabalhar na 2ª feira… sniff…
 
Pelas minhas contas isso dá-me possibilidade de atacar ferozmente aquela semana de Junho em que nos caíram, directamente do céu, dois feriados acasalados e logo, rende mais. Depois ficarei também com quatro semanas seguidas e ininterruptas de deleite, liberdade e descanso, apelidadas, carinhosamente por mim, de “férias grandes” e esse horizonte é das coisas mais convidativas do mundo para eu não andar por aí a gastar dias de férias em Fevereiro. Ou em Março. Ou mesmo em Abril. E já agora, nunca em Maio!
 
Ainda restam, desse modo, uns míseros diazinhos arrumados lá para perto do próximo Natal (pois, ou uma pessoa pensa no ano inteiro ou não pensa em nada e desata a marcar férias para já…).
 
Assim, até Junho consumir-me-ei a dizer adeus, de lencinho, aos colegas que apregoam, enquanto deslizam porta fora em passinhos suaves e saltitantes, entoando quase em formato de canção e com uma pontinha de pirraça um “Até daqui a 4 dias!!!” com ar de esfusiante alegria.
 
Decididamente, trabalhar não é uma coisa muito natural.
 
Para contrabalançar impregno-me de uma sensação de legítima auto-compensação pelo facto de ser uma matematicamente racional e previdente pessoa, defensora dos meus próprios dias de férias, e não farei nada daquilo que precisava ser feito nestes próximos 4 dias. Tenho por acaso um artigo para entrega, cujo prazo já expirou há duas semanas; um compêndio temático de bibliografia a encontrar para integrar um outro projecto que, por sua vez, necessita arduamente de um texto de proposta a atirar para o muito desenvolvido e que neste momento é um escanzelado conjunto de dois magros parágrafos, aos quais eu não consigo acrescentar mais nada, quer porque acho que estão muito pragmáticos e objectivos, quer porque estou a precisar realmente de férias, mas não tiro nem um dia agora para as poder juntar todinhas e parecer mais tempo lá para Julho ou Agosto.
 
Isto de se ser calculista no concernente a férias é muito contraditório. Os dias a usufruir são poucos, lá está. Se eu tivesse mais 5, só mais 5 diazinhos de férias, eu faria milagres com eles e este Carnaval era já a seguir: rumava não sei onde, poisava numa pensãozinha daquelas com bed e breakfast muito caseiras, passeava por sítios verdejantes e voltaria muito retemperada… mas não… sniff… vou cá ficar… entalada entre um domingo e um dia de Entrudo que não sendo mesmo feriado, toda a gente assim o assume. E assim se esgota a produtividade em auto comiseração e cansaço, mas reservam-se dias… de férias. E depois?
 
Depois na próxima segunda feira vou, quase de certeza, olhar pelo menos três a quatro vezes para o calendário e desenhar pequenas florinhas (que é quase tudo aquilo que eu consigo desenhar, pois não sou uma pessoa muito bafejada de jeito pictórico) nos 20 dias marcados para daqui a 5 ou 6 meses; suspirarei umas dez vezes; olharei para a janela da minha sala outras trezentas, constatando o bonito dia solarengo que está; voltarei a olhar para o calendário, desta vez tornando a riscar um grande traço em cada uma das 20 páginas de dias em que terei férias, após o que contarei uma a uma as páginas riscadas que é para parecerem MESMO muitaaaas, maravilhando-me com a antecipação de tanto dia acumulado.
 
Ah?! Isto é o que se chama de auto-conhecimento! Ou isso ou sou uma pessoa tão previsível que, neste momento, até me estou a irritar a mim própria.
 
Tentarei compensar com dois mega jantares já programados: um fora e outro em casa própria, pois o homem-de-trinta-anos adora praticar a gastronomia. E não é mau. E eu gosto. E é muito divertido. E os convidados são mesmo muito divertidos. E sempre é um fim de semana inteirinho!
 
E porque é que eu não tirei a 2ª feira de férias?!
sinto-me: na dúvida
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publicado por amulherdetrintaanos às 22:04
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Segunda-feira, 22 de Setembro de 2008

Idiossincrasias algarvias

 

 

Estive entre Cacela e Vila Real de Santo António com a minha progenitora.

 

Apanhei todo o sol que consegui.

 

Como a água é quente para aqueles lados, não ressequi.

 

Faz-me bem o sol.

 

Não liguei aos turistas cor de camarão extra cozido. Não liguei aos preços altíssimos da restauração do sítio. Li um livro. Conversei e flanei por lá.

 

Primeira coisa estranha (parecem que vêm ter comigo!).

 

 

Cadé a legenda a explicar o porquê do nome? Ou o obituário? Ou algo que nos faça perceber o motivo de, ao nome mais comum deste país, lhe acrescentarem mais dois e toma lá com a Rua das Três Marias. Quem eram? O que fizeram? Eram irmãs? Viveram  uma relação amorosa que chocou Vila Nova de Cacela? Eram desgraçaditas e eremitas a fazer lembrar as moças da Casa de Bernarda Alba, mas só com três irmãs? O Tchecov passou em Cacela? Não sei. O mistério consumiu-me.

 

Depois não resisti a captar este painel de azulejos cujo tema fica a dever-se a essa sabedoria tão pragmática que é a do povo. "Deitar água na fervura". Magnífico painél que adorna a fachada da ordem e da lei em Vila Real de Sto António. É bonito.

 

 

 

E esta é intrigante ao princípio, quando de Altura para Cacela Velha começamos a ver placas com esta indicação. Indagámos. Era "a" fábrica, ouvimos dizer. Antiquíssimo exemplo de arquitectura industrial. A placa indicaria a fábrica "de tijolo". Vulgo que fazia tijolos. "Ah, deve estar musealizada! Vamos ver".

 

 

Era. Pois era. Porque quando lá chegámos, ou seja, três placas depois, uma descida íngreme e uma baía sem saída já nada restava da fábrica. Atrás desta placa, uma terraplanagem. Perguntei a um autóctone: "Ó senhor, não me dizia onde é a fábrica?". "Era ali, agora já não é". Fiquei desapontada. Ó senhores da Câmara Municipal aí do sítio, retirem lá as placas do meio da estrada! Se a fábrica foi à vida, não enganem as pessoas que a gasolina está cara. E não éramos só nós a perguntar pela fábrica... francamente!

 

 

 

Ficámos com este esteiro de ria. Bem bonito por sinal e não cheirava mal.

 

Perante estes apontamentos tão identitariamente nossos como é que ainda se afirma por aí que o Allgarve já não é português?

sinto-me: provocadora
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publicado por amulherdetrintaanos às 22:07
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Quarta-feira, 2 de Julho de 2008

It´s the final countdown...

 

O meu computador doméstico continua a enlentecer a olhos vistos… O martírio por detrás de qualquer postinho que se tente escrever… ninguém calcula!
 
Máquina obtusa! Dá-lhe para isto semestralmente, não percebo! Só sei que estas coisas me deixam tresloucada de impaciência e irritação, enquanto aguardo looongos minutos, mas mesmo longos, para que se execute alguma coisa por mais básica que seja. Assim e numa atitude extremamente racional e adulta teimo em usar o dito, arrastando a lentidão até mais não e acabando por não conseguir fazer nada porque infalivelmente aquilo bloqueia. Daí a escassez de posts, a minha falta de participação blogueira e também a ausência de respostas aos vossos comentários, sempre lidos com muita atenção! Um agradecimento a todas e quando a máquina for ao médico a certeza de respostas actualizadas!
 
E porque não levo eu a máquina ao médico? Para já, porque não merece. Um computador que vai falhando em vez de falhar logo de uma vez não é boa rês. Depois, pela simples razão que tenho coisas bem mais interessantes em que gastar os meus tostões no próximo par de meses.
 
E porquê estarei eu tão poupadinha? Ah?
 
Numa epifania que nos deu cá em casa no decurso de uma lamurienta conversa sobre férias e dinheiro (uma combinação quase pornográfica porque se houvesse justiça neste mundo, uma coisa nada teria a ver com a outra), eis que somos acometidos por uma revelação visionária! E ficou assente. Já sei para onde irei nas minhas tão aguardadas férias!!!
*
 
 
*
Eu sei que isto pode parecer simplório. E é. É pobrezinho e um hino à decadência da classe média, mas que posso eu fazer? Se há certezas neste mundo, a minha é que preciso mesmo de férias, sair do sítio onde estou sempre, apesar de gostar muito de estar, mas que depois de quase 12 meses sem dele sair, a respirá-lo, a vê-lo, a percorrê-lo, estou cansada.
 
Ando aqui, há uns largos dias, a contar semanas, acorrendo a esse simbólico sistema de calendário presidiário, em que se riscam os dias que faltam com uma grande e gordinha cruz. Só não o faço na parede do meu gabinete, pois alguém não ia achar piada. Assim, no meu calendário personalizado, já coloquei cruzinha no dia 1 do 7 que já está quase passado… e já agora cruzinha também em cima do dia 2 do 7, assim como assim é já amanhã e passa num instante… e, porque não, no dia 3 e 4 do 7 que já ficam despachados e é sempre uma semana a menos. Depois volto a recontar congratulando-me pelos dias a menos que faltam, desde há umas horas atrás em que só o dia 1 do 7 tinha cruz e isso tem um positivo efeito psicológico inequívoco.
 
Isto tudo porque eu vou para um dos sítios mais espectaculares do mundo. E é mais fácil encontrar um bule igual ao do Aladino do que encontrar famílias portuguesas aos magotes (urgh). E vamos de mota, o que torna a coisa ainda mais kerouaquiana! Ah e vamos só nós os dois, a mulher e o homem de trinta anos, pois não há ninguém que nos queira acompanhar. Isso não me interessa nada, pois viajarmos os dois é muito fixe, divertimo-nos na companhia de cada qual e somos muito sintonizados em todos os aspectos da prática da viagem (e isto não é de somenos, pois conheço casais que não conseguem viajar e não se divertem sozinhos, o que só por si é estranho e dá para nos interrogarmos sobre o motivo de serem casal).
 
O mais fixe é que não precisamos de tratar de nada: basta levar o cartão Multibanco e o passaporte, uns comprimidinhos para os desarranjos intestinais, mais um genérico de um anti-inflamatório e uma loção para qualquer irritação cutânea, trocar os pneus e fazer um seguro especial à mota e voilá… é só ir embora. Não se marca nada, não se confirma reserva, não se traça pormenores do percurso, simplesmente “vamos”, naturalmente”vamos” e haveremos de chegar. E depois uma pessoa também já está  cansada de ser certinha durante o resto do ano e ter tudo programado com semanas de antecedência. Venham lá as aventuras (que as há sempre), mais os contactos culturais e religiosos, mais a articulação de diálogos noutras línguas e a gastronomia, mais a paisagem, mais a arquitectura e mais os cheiros e o ambiente e as pessoas. As pessoas mais acolhedoras de entre todas aquelas que eu já conheci!!!
 
Era isto ou a Mongólia e para a última não consigo passar da Eslovénia para a frente, salvo a redundância… falta-me um montinho de euros assim, como no anúncio do suissinho, e algo me diz que se molhar os que tenho no copo do dito, também não hão-de aumentar, ficam apenas molhados e peganhentos…
 
 
 
 
sinto-me: efusivamente feliz
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