A mulher de 30 anos não era nascida no 25 de Abril de 74; não ouviu radionovelas e não vibrou com o Festival da Canção. A mulher de 30 anos tropeçou em dois séculos e está aqui! Também opina, ainda não é anciã e agora é mãe

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Boa noite,Como a entendo.Uma coisa é fazer o "que ...
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Segunda-feira, 8 de Setembro de 2014

Segunda feira de choro

para mãe e sua filha.

 

Dois meses depois voltou ao infantário. Parecia convencida. Não estava.

 

Um nó na minha barriga vai subindo à garganta à medida que o choro aumenta e aos gritos de desespero se juntam as mãozinhas a agarrar-se, desesperadas, a mim que sou a mãe. A mim que a deixei lá. Que fiquei no corredor a escutar se melhorava. Não melhorou. Volto à sala, não volto à sala? Não voltei. Fui. A ouvir os gritos, agora entrecortados com soluços, "Mã-mã!". Ia estóica até à saída quando me diseram "Então mãe, não vá assim tão triste..." Desatei eu a chorar. Só me apetecia ir buscar a minha filha e ficar com ela, agarradinha, até ela querer. Também não fiz isso. Fui trabalhar.

 

 

*E para quem ache isto uma lamechice, que há-de haver concerteza, porque "eles depois calam-se" e "aquilo é tudo ronha" e pérolas que tal, não partilho desse cliché. Ela estava no seu direito de querer vir comigo e no direito de me querer com ela porque é um bebé numa sala nova, com novas educadoras e novos colegas. E só tem dois anos e também tem medo. E não sou nada adepta de negligenciar os sentimentos das crianças só porque são crianças. Até por essa condição importam muito mais. E sim ela chorou e eu chorei e a vida é assim, mas isso importa. Não é de desvalorizar. Vai passando, mas importa. E não faz mal se ela amanhã chorar novamente. Farei tudo à mesma: acoradremos a falar da escola, escolhemos a roupa para a escola, um boneco para levar para a escoal, iremos a cantar no carro e ela chorará de novo. Até deixar de o fazer. Até se habituar dir-lhe-ei sempre o mesmo: "Até logo, o papá vem buscar e depois vais ter coma mãe!" Até ela acreditar.

 

publicado por amulherdetrintaanos às 10:45
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3 comentários:
De Life Inc a 11 de Setembro de 2014 às 13:51
Apesar de não ter de deixar a minha na creche, outras situações se aplicam ao que dizes. Concordo plenamente que não se devem desvalorizar os sentimentos das crianças, pelo contrário, ao mostrarmos interesse estamos a demonstrar preocupação e eles sentem-se mais seguros. Muitas pessoas confundem com mimo, não podiam estar mais enganadas.

xoxo
cindy
De Maria João Costa a 12 de Setembro de 2014 às 23:08
Compreendo perfeitamente! É tão difícil deixá-los a chorar! Felizmente a B já está adaptada, mas eu sei que no futuro terá que passar por outras mudanças! E as mudanças não são fáceis para os adultos quanto mais para os pequeninos :(
Força!!
De Maria Grinheiro a 8 de Novembro de 2014 às 22:41
Boa noite,
Como a entendo.
Uma coisa é fazer o "que tem que ser feito, porque temos que isto e aquilo...", outra, bem diferente, é o que nos apetece fazer porque "queremos e achamos que isso é que devia ter que ser".
Mas acabamos cedendo ao esquema...
E as coisas lá se acabam por encaixar... ou não
bjo

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