A mulher de 30 anos não era nascida no 25 de Abril de 74; não ouviu radionovelas e não vibrou com o Festival da Canção. A mulher de 30 anos tropeçou em dois séculos e está aqui! Também opina, ainda não é anciã e agora é mãe

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Segunda-feira, 7 de Abril de 2014

Dos estrangeiros de ontem aos estranhos de hoje

Um dia, num Arquivo cheio de pó, sem esperar, encontrei um livro de estrangeiros.

Dezenas de pessoas que, um dia em 1943, apresentaram pedido de residência em Portugal, através do Governo Civil distrital.

Em plena Segunda Guerra.

Com fotografia, nacionalidade e naturalidade, descrição de idade e profissão no país de origem lá estão tantos austríacos e polacos, alguns alemães, muitos italianos.

Com certeza judeus, a maioria.

E, nesses papéis, estavam famílias inteiras. Pai, mãe, filhos e filhas, algumas avós. As meninas de trancinhas, os meninos de lacinhos no pescoço.

Seriam fugitivos da invasão alemã a tentar chegar à América do Norte? Como é que foi a viagem até aqui? Moraram cá quanto tempo? Que é feito desta gente? Voltaram depois da guerra ou ficaram cá, alguns. Os solteiros e solteiras, talvez enamorados, pudessem ter desposado portugueses casadoiros.

Não consigo olhar estas centenas de fotografias de forma indiferente. Não consigo deixar de imaginar. Tivesse eu mais tempo e partiria na demanda destes rostos do passado que se afirmam, do papel, tão presentes.
publicado por amulherdetrintaanos às 12:54
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