A mulher de 30 anos não era nascida no 25 de Abril de 74; não ouviu radionovelas e não vibrou com o Festival da Canção. A mulher de 30 anos tropeçou em dois séculos e está aqui! Também opina, ainda não é anciã e agora é mãe

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Boa noite,Como a entendo.Uma coisa é fazer o "que ...
É tão giro encontrarmos desenhos antigos, retratam...
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Quinta-feira, 20 de Dezembro de 2007

Os canais televisivos “generalistas” passaram-se de vez, não?

Há anos que levamos com o Natal dos Hospitais. Um clássico de mau gosto, mas um clássico. È ver ali metidos a garnel cançonetistas que a gente nem conhece, todos muito solidários a querer participar (pois, pois); acaba um e vem logo outro, tudo em playback, tudo contente e depois os grandes planos aos doentes (como é que ainda permitem que os filmem? Como ainda vão para ali bater palmas todos tortos e de pijama, despenteados e de chinelos?!)... Foi o início. Da falta de gosto nunca mais nos pudemos queixar desde então na nossa televisão. A ideia era tão boa que os outros canais foram atrás e agora é ver os locais públicos de saúde a transformarem-se em mega estúdios de televisão por todo o país. Não é normal! Será que, se tivermos o azar de ter um acidente, chegados à triagem do hospital da nossa área de residência ainda nos dizem: “Vai ter de esperar, o doutor está a fazer figuração junto a dois doentes acamados e vai demorar”?
 
Será que alguém ainda tem pachorra para ver Malatos, Júlias e ademais com barretes vermelhos a falar do Natal sob qualquer pretexto e felizes, felizes da vida a praticar “solidariedade” com o dinheiro alheio?!
 
O entrevistado entra. Primeira pergunta: “Como era o Natal da sua infância?”. Mas quem é que quer saber o que o Toy fazia quando era (ainda) mais pequeno?
 
Outra pérola é juntarem, aos apresentadores, as suas famílias. E o telespectador leva com a rapariga apresentadeira a chorar copiosamente porque a avózinha foi lá e que gosta dela e que querida e a minha vózinha para aqui e para ali e que a trato bem e ela a mim... pois, ´tá bem, tu e muitos milhares de pessoas e, ainda bem, porque a excepção a isso não é normal, mas não fazes mais do que a tua obrigação e pára lá com a choradeira que estás a ficar com a cara às cores porque a base está a sair toda.
 
O que é que nós temos a ver com a vida doméstica da rapariga?! E nisto o Baião chora também, com a mãe ou a avó ao lado, não percebi, começa-lhe a tremer o beicinho e a lagriminha a aflorar (grande plano da lágrima). Momentos kodak sem necessidade de ir para o ar, digo eu.
 
E depois acrescentem-se momentos arrepiantes, e a roçar o moralmente pornográfico, de completo aproveitamento das desventuras da vida alheia. Qual solidariedade, qual quê, isto é mesmo caridade na pior acepção do termo!
 
A desgraça ou a idiotice sempre deram audiências, mas no Natal devem dar ainda mais a atentar no descalabro que se vê: desde casais desavindos, alcoólicos, sem dinheiro, desempregados, toxicodependentes em convalescença, vítimas de violência doméstica, crianças vítimas de maus tratos, doentes, inválidos, doentes inválidos e sem dinheiro e desempregados e vítimas de violência, há de tudo, escolhidos a dedo. As pessoas nem percebem ao que vão e quando percebem ainda agradecem!!!
 
Ainda bem que não estou obrigada a ficar em casa, tipo, prisão domiciliária; nem tenho noventa anos e com este frio não posso sair, pois, o mais certo era também cair no visionamento desta idiotice pegada.
 
E que tal fazermos um bloqueio a estas calamidades. Vá lá, toda a gente a desligar os televisores. Acabou, só os voltamos a acender no dia 1. Ah? Que tal? Era bem feito, não era?
 
 
 
 
 
 
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publicado por amulherdetrintaanos às 22:56
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2 comentários:
De Estupefacta a 22 de Dezembro de 2007 às 16:21
Querida amiga
Que Jesus, a verdadeira razão do Natal, te traga tudo o que mais desejas. Um Santo e Feliz Natal são os votas das amigas
Estupefacta e Maria
De amulherdetrintaanos a 26 de Dezembro de 2007 às 23:34
Os mesmos desejos para ti! Um óptimo Natal na companhia de quem mais interessa e com a profundidade espiritual da época! Bjs

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