A mulher de 30 anos não era nascida no 25 de Abril de 74; não ouviu radionovelas e não vibrou com o Festival da Canção. A mulher de 30 anos tropeçou em dois séculos e está aqui! Também opina, ainda não é anciã e agora é mãe

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Terça-feira, 30 de Outubro de 2012

Eu sou como a minha filha. Gosto muito de devorar livros.

image002.jpg


Ela literalmente. Eu prefiro lê-los, antes de os babar e sugar. Ora que há muito, muito tempo não ficava eu assim possuída da avidez leitora.


[cid:image002.jpg@01CDB692.D3B41F90]

Ofereci o primeiro livro sem conhecer a Maggie. Que é irlandesa e nova, mas escreve como se fosse uma contadora de histórias anciã. Com ritmos lentos e interiores, desenhando atmosferas, criando personagens densas e geniais. Esta mulher sabe contar uma história. Ora reemprestaram-me o livro oferecido. E eu li-o em duas noites, uma das quais foi maratona de leitura. Continua a ser o seu melhor este "O Estranho desaparecimento de Esme Lennox". Os outros são notoriamente dela. Tem um marcador muito próprio e se a mulher ficasse amnésica e lhe pedissem para contar uma história só pelo estilo conseguiriam saber quem é (olha, é uma boa ideia para uma narrativa).

Numa brutal mudança mental (e orçamental) resolvi não comprar nenhum. Fui à biblioteca municipal que, momento ufano, tinha no seu catálogo 3 dos 4 livros editados. Esta urgência de ler mais do melhor há muito tempo que não a encontrava.

Ora, em português, os títulos traduzidos à letra soam a romance arlequim. É como algumas canções inglesas que a gente vai a traduzir e parece letra de canção pimba. Então, lá estou eu na biblioteca pedindo ajuda ao rapaz do atendimento porque com aquela cota não encontrava nenhum dos livros, dados como disponíveis, e eis que ele me pergunta os títulos e vou eu debitando "Antes de tu partires", "Incertezas do coração", "Antes de nos encontrarmos" e, entre cada, título um olharzinho presunçoso dele. Saí de lá tão contente de livrinhos debaixo do braço e a rir-me muito porque a imagem da minha pessoa que lê, desenhada na cabeça do rapaz, é a de uma ávida leitora de romances de cordel.

Como eu sou uma pessoa muito preconceituosa em matéria de títulos até o percebo, se não tivesse tropeçado naquele primeiro, jamais teria lido a contracapa dos outros.

O que mais posso dizer... a Maggie é parecida com a Daphne du Maurier naquele ponto fulcral da construção de uma história suportada por memórias e interpretações interiores e exteriores cruzadas e acrescenta-lhe o mais contemporâneo deste século, o ritmo alucinante quotidiano e mental da nossa representação do mundo.

Pronto, de nada! A Presença pode oferecer-me os livros que quiser! Sempre às ordens.
publicado por amulherdetrintaanos às 11:36
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3 comentários:
De Tralhas a 1 de Novembro de 2012 às 21:07
Parabens pelos livrinhos da presença :D
De momentosdisparatados a 23 de Dezembro de 2012 às 21:11
Venho desejar boas festas e que 2013 venha recheado de coisas boas.
De amulherdetrintaanos a 7 de Janeiro de 2013 às 22:17
Para ti também, acho que ainda vou a tempo que o dia de Reis foi só ontem:)

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