A mulher de 30 anos não era nascida no 25 de Abril de 74; não ouviu radionovelas e não vibrou com o Festival da Canção. A mulher de 30 anos tropeçou em dois séculos e está aqui! Também opina, ainda não é anciã e agora é mãe

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Sexta-feira, 14 de Outubro de 2011

Um novo paradigma

Diz-se estar emergente. Ainda ninguém o viu. Há muito tempo que ninguém pensa nas coisas, a fundo, a sério. Faltam filósofos. E não é piada. Não há gestor ou economista que suplante a falta de pensamento, a falta de visão, a falta de estratégia.

Estou numa fase zen e nem me venham recriminar por isso.

Fiz tudo. Votei, fiz greves, fui a manifs, fiquei rouca de tanto slogan gritado e para quê?

Para isto. Para ver passar a classe baixa a classe roubada. A diferença entre mim e um operário oitocentista é que ele não tinha expectativas de vida por aí além, nem ambições desmedidas de conhecer o resto do mundo e eu tenho. Faltava-lhe o apelo ao consumo das grandes superfícies e da publicidade, a água e noções actuais de higiene, alimentação e vestuário. Eu não sou melhor nem pior do que um operário oitocentista. Sou tão lixada pelo Estado como ele foi. A diferença é que ele tinha o contexto histórico e a emergência europeia do sindicalismo moderno a seu favor e eu tenho contra mim os resquícios disso.

Mil euros dá para mais do que uma sardinha para dois, mas sobra pouco num mundo global.

Pedir aos plebeus para solucionar uma crise criada pela livre roda da banca com o aval do Estado é literalmente medieval.

Sinto-me como um camponês a quem ameaçam arder a casa se não der tudo o que tem e sem Robin Hood à vista.

Por isso não me venham falar da livre iniciativa e que o momento é de arriscar e que a crise traz oportunidades e apela à criatividade. Bullshit! Isso dá para menos de 5% da população total e numa perspectiva optimista porque criar o seu negócio neste momento é francamente arriscar em demasia.

Depois dos tiros nos dois pés, acabaram de trucidar as rótulas a este país.
publicado por amulherdetrintaanos às 17:58
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