A mulher de 30 anos não era nascida no 25 de Abril de 74; não ouviu radionovelas e não vibrou com o Festival da Canção. A mulher de 30 anos tropeçou em dois séculos e está aqui! Também opina, ainda não é anciã e agora é mãe

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Boa noite,Como a entendo.Uma coisa é fazer o "que ...
É tão giro encontrarmos desenhos antigos, retratam...
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Terça-feira, 27 de Novembro de 2007

Notas soltas sobre o generation gap

Às vezes tenho saudades de mim quando era uma rapariga-de-quinze-anos.
Daquela ingenuidade e expectativa perante tudo.Com o passar do tempo vamos ficando mais cépticos. Já nem tudo com que nos deparamos nos fascina do pé para a mão.
E ficamos mais desconfiadas. Mais mazinhas. Impacientes. Mais criteriosas.E mais parecidas com as nossas mães naqueles pormenores que antes achávamos terríveis e que hoje constatamos que fazem parte de nós.
E este laivo existencialista porquê? Porquê? Pois, há razão para tudo e as coisas não acontecem assim por acaso.
Ontem fui destratada por uma criancinha de oito anos!
Contexto do ocorrido: uma movimentada artéria comercial. Encontro entre a minha pessoa e a mãe de uma amiga minha da escola primária que passeava o neto, filho da dita antiga colega:
_ Olha, o T.! Tás bom? Há muito tempo que não te via. Estás mais crescido! A escola vai boa? (estúpida, quem é que usa tantos clichés ao mesmo tempo? Eu.)
_ `Tou. (resposta dele, pois, coitado, realmente o que havera de responder perante tamanho chorrilho de disparates?)
(Mas não, eu ainda insisto...) _ `Tás todo giro. Tens um boné muita estiloso (tentativa parva de ser cool). _Quando tinha a tua idade tinha um boné parecido. (Eu a dizer isto e a pensar ao mesmo tempo, para mim, que o melhor era calar-me, que até a mim já me estava a auto-irritar, mas não...).
_ Quando tinhas a minha idade não haviam bonés destes. (risinho matreiro, o da criancinha).
_ Claro que haviam, não foi assim há tanto tempo. (e em vez de me calar e ir à minha vida, não. Continuo qual carro sem travões...) Quantos anos é que achas que tenho? (aqui fiquei amedrontada...).
_ Sei lá, já és velha, deves ter quase QUARENTA!
(Engoli em seco. Quase quarenta tem a mãe dele! Eu tenho muito bom aspecto, até dizem que pareço mais nova e tudo. Contive-me e respondi concisamente)._ Não, não. Tenho SÓ trintaa e ummm (articulando bem e esperando que ele já soubesse tornar inteligível a soma), ainda falta muito para chegar aos QUARENTA.
_ Fogo!!! És quase da idade da minha professora!!!
Venceu. Tem razão. Pronto. Tem razão. Também eu aos oito anos considerava a minha vizinha (na altura com uns 23/24) uma pessoa velha. Crescida. Saía sozinha e tudo. Tinha um namorado. Era velha. Nem falo do que achava da minha própria professora que devia ter uns cinquenta... Essa então estava para mim no mesmo grupo da minha avó. Eram muito velhas, portanto.
Assim e tão friamente lá fui afastada da última geração. E depois ainda responsabilizam os adultos pelo generation gap. A culpa não é só nossa.
Ai não é não.

publicado por amulherdetrintaanos às 19:31
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2 comentários:
De sonjita a 17 de Dezembro de 2007 às 10:38
É mesmo assim, também olho para trás e lembro-me que com essa idade, e até mais velha, pensava para mim que uma pessoa de trinta já era uma "cota"... AI AI AI, não tem nada a ver, ainda estou na flor da idade e com uma vida pela minha frente... com 15 anos pensava que aos 30 já teria a vida bem mais definida do que realmente tenho
De amulherdetrintaanos a 17 de Dezembro de 2007 às 19:01
Também eu. Aquilo é que era sonhar com a independência e autonomia dos pais; o emprego das nossas vidas e viagens exóticas, entre outras coisas... Chega-se aos trinta e ups... ainda falta muita coisa para fazer e somos fresquinhas ainda, a única diferença é que já existem outras gerações ainda mais fresquinhas do que a nossa que nos fazem sentir... velhas (?!). Bjs

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