A mulher de 30 anos não era nascida no 25 de Abril de 74; não ouviu radionovelas e não vibrou com o Festival da Canção. A mulher de 30 anos tropeçou em dois séculos e está aqui! Também opina, ainda não é anciã e agora é mãe

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Boa noite,Como a entendo.Uma coisa é fazer o "que ...
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Quinta-feira, 22 de Novembro de 2007

Inverno e alguidares

Ok. Chegou a chuva e o mau tempo. Que bom! O  frio, a chuva, as castanhas. Muito agradável, mas para ficar em casa a comer chocolate.

 

Era tudo muito bonito se os construtores civis não fossem aldrabões na sua maioria, salvo raras excepções que eu não conheço. Também não conheço ninguém que conheça, mas deve haver.

 

Prédios bons, esses que se fazem em Portugal. Bons materiais. Boas tintas. Bom cimento, boa areia que substitui o cimento. Bons isolamentos. Enfim, é só proporcionar qualidade de vida.

 

Agora acrescenta-se a isto um prédio com 15 anos. Pessoas novas e giras e sem dinheiro, como eu e minha metade. E pronto. Adquiro uma dívida ao banco, pois quando acabar de pagar os juros já serei velhinha e aí começarei a pagar a dívida da casa efectivamente. Mas adquiro.

 

Comprámos um último andar para não levar com infiltrações alheias (que espertos!). Num prédio sem elevador que as casa são mais baratas. Pinto a casa com  as minhas mãozinhas, ele também. Não faz mal que somos criativos. Ponho um chão novo no quarto e na sala pois era uma alcatifa rota, descolorada e com manchas muito suspeitas em sítios ainda mais estranhos e agora, 3 anos depois, CHOVE NO MEU QUARTO!!! NO RECESSO DE MEU QUARTO!!! Mesmo ao lado da minha parte da cama e estrategicamente em cima da minha mesa de cabeceira. o livro da Lídia Jorge e o da Françoise Choay, o novo, encomendado na Fnac, estão todos molhados carcomidos e no parapeito da janela da cozinha para apanharem ar e secarem naturalmente, como dizem que se deve fazer com o cabelo. Não usei secador.

 

Dizem que é uma telha partida. Mas o administrador do prédio é funcionário administrativo e eu não confio. Também dizem que é o isolamento que é velho, mas não sei. Vem um técnico especialista em telhados no sábado. Até lá tenho um alguidar... UM ALGUIDAR no sítio onde outrora jazia imperturbável a minha mesa de cabeceira.

 

Há lá coisa mais deprimente do que esfregar a mão num alguidar de manhã pensando que o despertador ainda está ali! É muito triste.

 

Calma. Inspiro levemente o ar e penso em coisas relaxantes (...) e vou enchendo primeiro a barriguinha toda, devagar, devagarinho e a subir o canal todo até aos pulmões. Depois expiro, ainda a pensar em coisas bonitas (...) primeiro pelos pulmões e até lá abaixo, devagarinho, até esvaziar completamente a barriguinha. Completo o exercício relaxante com uma mantra tradicional portuguesa "O que interessa é ter saúde", "o que interessa é ter saúde"; "o que interessa é ter saúde"; "o que interessa é ter saúde"; "o que interessa é ter saúde"...

 

Vou ver se caiu mais água no alguidar.

sinto-me: a meter água
publicado por amulherdetrintaanos às 22:36
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