A mulher de 30 anos não era nascida no 25 de Abril de 74; não ouviu radionovelas e não vibrou com o Festival da Canção. A mulher de 30 anos tropeçou em dois séculos e está aqui! Também opina, ainda não é anciã e agora é mãe

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Sábado, 27 de Março de 2010

Ai, a Primavera, essa estação inspiradora...

Para quem não tem gato, que felizmente não é o meu caso: podem sempre caçar com lebre.

 

 

 

 

 

Como o meu sonho era ter uma casinha, coisa pouca, assim a lembrar aquela do Frank Loyd Wright lá num bosque, com as cascatas perto e debaixo, mais os troncos ali ao lado e os passarinhos e os ângulos, mais as janelas simétricas e muita luz por todo o lado, este "faça você mesmo" deu-me inspiração. Já comecei a procurar a mata mais próxima para o meu projecto de auto-construção pessoal.

 

Decerto que este nosso amigo proprietário também tinha o seu sonho consumista. Ficou à espera que a crise passasse? Ficou inerte após o banco lhe recusar o crédito? Pois não. Como poucos, construiu e, mais, decorou. Dentro de cada um de nós há uma costela de fofinha viterbo. Esta é a prova. Há. Pois, há.

 

 

Gosto da assumida ironia e da humildade da aspiração. Havia um sonho, o da vivenda e havia a partilha do sonho. Essa é a parte mesmo bonita. Face à aparente ausência de critério decorativo, o arquitecto deve ser um homem. Um homem, decerto, senão não haveria um batman a metaforizar a virilidade do sonho, nem estava espetado no topo, como que a comprovar a solidez do telhado. Um homem que odeia bonecas, que as decepa, mas que, por outro lado, assume o seu fascínio por esse universo generalizadamente feminino. Ou isso, ou tentou fazer surpresa à mulher. Logo, um homem. Mais ninguém se lembraria de surpreender o outro de forma tão parva. Mas, pronto. O sonho, a vivenda é deles (se bem, que não concebo nenhuma mulher a lá entrar) e ninguém tem nada a ver com isso. Nem o representante da lonely tunes pelo enforcamento do gato à entrada, nem a edp pelo uso clandestino da energia que, estou certa, iluminará aquela lâmpada em noites menos claras. A barbatana, aquela ali do lado esquerdo, marca a posição geográfica de proximidade ao mar e a porta semi torta, mas quase aberta, lembra-nos que numa casa portuguesa quem bate à porta (se esta não cair) é para se sentar à mesa ca´gente.

 

Destas histórias de resiliência e motivação não reza a história, mas tenho para mim, que isso pouco importa ao proprietário da vivenda o nosso sonho. Valente!

publicado por amulherdetrintaanos às 17:05
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1 comentário:
De my little garden a 3 de Abril de 2010 às 23:19
Conheço esta pequena casinha, bem junto ao mar. Dá bastante nas vistas e sempre que passo por ela acho-lhe imensa piada. Penso sempre que as ondas ainda não tiveram coragem de a levar ou não tivesse ela o batman protector mesmo á porta. É verdadeiramente a “Vivenda O Nosso Sonho”.

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