A mulher de 30 anos não era nascida no 25 de Abril de 74; não ouviu radionovelas e não vibrou com o Festival da Canção. A mulher de 30 anos tropeçou em dois séculos e está aqui! Também opina, ainda não é anciã e agora é mãe

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Terça-feira, 12 de Maio de 2009

Isto cansa

Isto de uma pessoa trabalhar cansa muito. Se fosse só levantar de manhã e ir, trabalhar e vir, a coisa levava-se bem. O pior é o que lá está pelo meio: o trabalho e, mesmo chato, o trabalho que o trabalho dá. Ah, pois é.

 

Esta coisa da multidisciplinaridade, da polivalência e do trabalho colectivo e "em rede" era boa, teoricamente. Faz úlceras, quase sempre. Se o pessoal trabalhador fosse todo clonado, se calhar a sintonia era maior. Se calhar não havia tanta discussão, a desproporção de dedicação não era tão visível, a consistência da coisa era mesmo sólida, não se teria de ouvir tanta crítica ao lado, não se dispenderia tanto esforço a contra-argumentar. Enfim, podia não ser muito criativa, mas era decerto mais calminha a vida de uma pessoa trabalhadeira. E era isto que se pedia. Era desnecessário ainda alimentar teorias da conspiração, pessoais e grupais, era dispensável andar pelos cantos alimentando iras mudas que, de quando em vez, irrompem quais tsunamis e logo em cima do mais pobrezinho de todos, do mais calminho, daquele que por ser tão atadinho, no meio da confusão, nós até já achamos que ele é que é o supra sonso culpado por todos os males do mundo só porque não fala, não opina e é simpático.

 

A vida de um trabalhador não é fácil. A bem dizer não se evoluíu muito desde a escola primária, só se aprimoraram dissimulações e ficámos socialmente mais vesgos porque já levámos com muitas experiências desagradáveis, fora as que ouvimos contar e somos já muito inflexíveis.

 

A esta pobre reflexão me conduziu o facto de me terem acusado de ter mau feitio. Depois de um minuto de pensamento interior confirmo que até é verdade. Agora o meu mau feitio não é diferente do dos outros e não faz  de ninguém má pessoa. Quer dizer, ter mau feitio é contra-argumentar e não ficar a remoer, calada? Então, pois tenho. Se eu consigo ver isso porque é há outros que se têm em conta de santos? E logo eu. Eu odeio a vitimização alheia porque simplesmente prefiro ter mau feitio a fazer-me de vítima! Pior que ter mau feitio é também o ter, não o reconhecer, fazer-se de vítima e esperar que lhe deêm razão só porque se age como um tolo sonso! Isto é mau feitio: a incapacidade de autocrítica!

 

E tudo isto envolto num bonito dia de trabalho em Maio quando eu não tenho férias dignas do nome desde o último Agosto, cheiinha de trabalho e sem paciência nenhuma para ser boazinha.

sinto-me: a apreciar o meu mau feitio
publicado por amulherdetrintaanos às 21:39
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1 comentário:
De Maíra Bezzi a 13 de Maio de 2009 às 02:11
Adorei! ;)
Tem horas que a gente tem é que mostrar os dentes e rosnar bem alto mesmo!

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