A mulher de 30 anos não era nascida no 25 de Abril de 74; não ouviu radionovelas e não vibrou com o Festival da Canção. A mulher de 30 anos tropeçou em dois séculos e está aqui! Também opina, ainda não é anciã e agora é mãe

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Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2009

Do pragmatismo ao cálculo matemático: rentabilizar dias de férias trabalhando esclavagisticamente será opção?

Eis o actual dilema!

 

 
Sou deveras calculista com todos os meus dias de férias. Não sou pessoa de discriminar este ou aquele dia. Para mim são todos iguais. Por eles faço tudo. Não é qualquer perspectiva de “ponte” que me convence, ai pois não! Não é o cheiro a primavera que anda por aí no ar, nem os programas de fugas “para fora cá dentro” dos outros, ai não é, não! Não, senhora, eu não gasto assim as minhas férias: eu tento preservá-las até ao último malabarismo permitido pelo calendário. Chega a ser ridículo e estou mesmo aqui e agora a considerar se não serei mesmo… parva!
 
Porque eu poderia ter agora um fim-de-semana prolongado. Pois podia. Mas não vou ter. Virei trabalhar na 2ª feira… sniff…
 
Pelas minhas contas isso dá-me possibilidade de atacar ferozmente aquela semana de Junho em que nos caíram, directamente do céu, dois feriados acasalados e logo, rende mais. Depois ficarei também com quatro semanas seguidas e ininterruptas de deleite, liberdade e descanso, apelidadas, carinhosamente por mim, de “férias grandes” e esse horizonte é das coisas mais convidativas do mundo para eu não andar por aí a gastar dias de férias em Fevereiro. Ou em Março. Ou mesmo em Abril. E já agora, nunca em Maio!
 
Ainda restam, desse modo, uns míseros diazinhos arrumados lá para perto do próximo Natal (pois, ou uma pessoa pensa no ano inteiro ou não pensa em nada e desata a marcar férias para já…).
 
Assim, até Junho consumir-me-ei a dizer adeus, de lencinho, aos colegas que apregoam, enquanto deslizam porta fora em passinhos suaves e saltitantes, entoando quase em formato de canção e com uma pontinha de pirraça um “Até daqui a 4 dias!!!” com ar de esfusiante alegria.
 
Decididamente, trabalhar não é uma coisa muito natural.
 
Para contrabalançar impregno-me de uma sensação de legítima auto-compensação pelo facto de ser uma matematicamente racional e previdente pessoa, defensora dos meus próprios dias de férias, e não farei nada daquilo que precisava ser feito nestes próximos 4 dias. Tenho por acaso um artigo para entrega, cujo prazo já expirou há duas semanas; um compêndio temático de bibliografia a encontrar para integrar um outro projecto que, por sua vez, necessita arduamente de um texto de proposta a atirar para o muito desenvolvido e que neste momento é um escanzelado conjunto de dois magros parágrafos, aos quais eu não consigo acrescentar mais nada, quer porque acho que estão muito pragmáticos e objectivos, quer porque estou a precisar realmente de férias, mas não tiro nem um dia agora para as poder juntar todinhas e parecer mais tempo lá para Julho ou Agosto.
 
Isto de se ser calculista no concernente a férias é muito contraditório. Os dias a usufruir são poucos, lá está. Se eu tivesse mais 5, só mais 5 diazinhos de férias, eu faria milagres com eles e este Carnaval era já a seguir: rumava não sei onde, poisava numa pensãozinha daquelas com bed e breakfast muito caseiras, passeava por sítios verdejantes e voltaria muito retemperada… mas não… sniff… vou cá ficar… entalada entre um domingo e um dia de Entrudo que não sendo mesmo feriado, toda a gente assim o assume. E assim se esgota a produtividade em auto comiseração e cansaço, mas reservam-se dias… de férias. E depois?
 
Depois na próxima segunda feira vou, quase de certeza, olhar pelo menos três a quatro vezes para o calendário e desenhar pequenas florinhas (que é quase tudo aquilo que eu consigo desenhar, pois não sou uma pessoa muito bafejada de jeito pictórico) nos 20 dias marcados para daqui a 5 ou 6 meses; suspirarei umas dez vezes; olharei para a janela da minha sala outras trezentas, constatando o bonito dia solarengo que está; voltarei a olhar para o calendário, desta vez tornando a riscar um grande traço em cada uma das 20 páginas de dias em que terei férias, após o que contarei uma a uma as páginas riscadas que é para parecerem MESMO muitaaaas, maravilhando-me com a antecipação de tanto dia acumulado.
 
Ah?! Isto é o que se chama de auto-conhecimento! Ou isso ou sou uma pessoa tão previsível que, neste momento, até me estou a irritar a mim própria.
 
Tentarei compensar com dois mega jantares já programados: um fora e outro em casa própria, pois o homem-de-trinta-anos adora praticar a gastronomia. E não é mau. E eu gosto. E é muito divertido. E os convidados são mesmo muito divertidos. E sempre é um fim de semana inteirinho!
 
E porque é que eu não tirei a 2ª feira de férias?!
sinto-me: na dúvida
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publicado por amulherdetrintaanos às 22:04
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