A mulher de 30 anos não era nascida no 25 de Abril de 74; não ouviu radionovelas e não vibrou com o Festival da Canção. A mulher de 30 anos tropeçou em dois séculos e está aqui! Também opina, ainda não é anciã e agora é mãe

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Boa noite,Como a entendo.Uma coisa é fazer o "que ...
É tão giro encontrarmos desenhos antigos, retratam...
Compreendo perfeitamente! É tão difícil deixá-los ...
Segunda-feira, 31 de Março de 2014

Dois anos depois da filha que pensei nunca iria ter

image001.jpg

 Ser mãe é indescritível!

 

Se eu soubesse o quão maravilhoso e avassalador da condição tinha começado a procriar aos vinte e poucos e havia de ter agora uma horda de picolinas e picolinos à minha volta. Mentira! Até era bom se eu fosse muito rica, filha de ricos e esposa de um rico, não trabalhasse, tivesse uma ou duas empregadas e uma grande casa com quintal. Não, quintal é suburbano. Com jardim.

 

Durante muitos anos até pensei nunca ser mãe. Depois passou o tempo e a idade aumentou. Depois já queria. Não era um "já" petulante, era um "já" sentido. E depois não engravidava. E tentei e tentei. A bem dizer, tentámos. Estou a falar é, claro, na minha perspectiva, feminina. Daí o tentei. Porque isto de se tentar engravidar e não se conseguir tem um lado fofinho de colectivo a dois, mas tem um lado perverso de egocentrismo de dois, a dois.

 

Não gosto mesmo nada de falar disso porque me atinge o coração. Sendo, ao mesmo tempo, uma situação alheia a nós está entranhada em nós. Querer ter um filho e não conseguir é uma das mais injustas disposições cósmicas. No fundo é de uma aleatoriedade atroz, um bullying existencial que nos coloca, muitas vezes, contra outros, por comparação, por tristeza, por incapacidade. Demorou quase 4 anos a demanda e oscilou por vários caminhos, médicos e pessoais, desgastantes. Tão desgastante física como mentalmente. Nesse entretanto, toda a gente à minha volta resolveu ficar grávida. Era a colega, a grande amiga, a amiga da amiga, a outra colega. Toda a gente a apanhar o autocarro e ficava lá eu sentada. Era assim o sentimento, mas mais complicado. Não vale a pena falar das pessoas que conheci quando clinicamente avançámos para o esperado "bingo": desde o médico insensível, cirurgicamente objectivo a outras pacientes, uma delas tão obcecada que funcionou para mim como um estalo na cara. Há coisas que são demais. Há que saber parar. E parámos. Sem bingo. Encurtando, seis meses depois estava grávida sem fazer nada (salvo seja, sem fazer nada com a ajuda da medicina). Ainda hoje pensando nisso e contra percentagens tão baixas de boas probabilidades, continuo a achar que se existem milagres, eu fui bafejada com um no dia em que soube que estava grávida.

 

Ser mãe é por isso e para mim a grande prenda cósmica. Eu pensei muitas vezes que já não seria. Isso fez de mim uma mãe que sabe ter muita sorte por ter uma filha. Não é ela a sortuda, no fundo, sou eu porque ela me dá muito mais a mim, todos os dias. Um filho torna-nos mais humanos quando estamos predispostos para o ter. Ser mãe é uma alegria tão grande que se acorda contente, mesmo quando se dormiu mal porque se é mãe e as mães acordam sempre que as crianças espirram, toda a gente sabe.

 

No outro dia fez-me muita confusão ouvir de uma rapariga que o filho é o seu projecto de vida. Já o tinha ouvido de um homem há uns tempos, mas desta vez fiquei a pensar. E não. Não me faz sentido. Os projectos seguem um rumo organizacional e funcional com um propósito que traçámos. Como é que se pode traçar o objectivo do filho? Ele lá há-de ter os seus. E se aquilo que projectámos não for o resultado. Falhámos? Assumir um filho como um projecto de vida é despersonalizá-lo. Isso é o reverso da negligência, ou outra parte. Apesar da dificuldade para ter um filho sei perfeitamente, e espero nunca me esquecer disso, que aquela é uma pessoa única. Diferente de mim e ainda bem que eu também não quero um clone meu, pessoa com muitos defeitos. Quero é que seja uma pessoa muito feliz porque isso é meio caminho andado para viver uma vida muito boa. No meio disto tudo percebi que, apesar de não ter na minha filha o meu projecto de vida, tenho-a como a minha prioridade, na atenção, paciência e preocupação constante de me colocar no seu lugar. Mas grito, às vezes, sou uma mãe muito mediterrânica. A rapariga do filho como projecto de vida disse que nunca gritava (por breves segundos fiquei a sentir-me muito mal, depois achei que ela também não batia bem). Nunca. Fogo. Como é que ela faz? Bate primeiro com a cabeça na parede e depois vai lá tentar convencer um puto de três anos a não engolir um garfo? Fica 2 horas a pedir-lhe desculpa por não poder pegar fogo ao sofá? Eu quando grito é quando já me passei e até sou muito assertiva: Larga já isso que já te disse mais de duas vezes porquê e já me estou a passar!!! E ela larga, com olhos esbugalhados de quem percebeu que eu já me estava a passar. Isto não acontece muitas vezes, daí o bom resultado do grito. Ela percebe que eu também me passo. Não é mau. Sou uma mãe humana e não me consigo autocontrolar roboticamente. Às vezes a paciência já ficou lá atrás e 25 birras depois, grita-se. É espectacular.

 

Ontem quando estava a olhar para ela (e para um arranhão na cara que há-de ficar uma bela marca porque ela o escarafuncha todo, safada da rapariga que não deixa crosta naquilo) lembrei-me de quando não a tinha e de como nunca mais a minha vida voltará atrás. E fiquei muito contente. É realmente um grande mistério humano, a maternidade. Uma coisa sempre física que começa no nosso interior e não se desliga quando eles nascem. E não é só cultural, responsabilidade de centenas de anos a procriar e a criar como a sociedade manda e exige das mães. É outra coisa mais primitiva, instintiva que nos levaria a fazer tudo por aquela pessoa que é parte de nós, literalmente. Agora já fala e anda e tem muitas vontades, a diva. E tem uma ingenuidade e lógica tão diferente das nossas, os adultos. É comovente ver como o mundo é aos dois anos, novamente. Tão alegre, tão básico, tão descomplicado, tão ameaçador, tão simples.

publicado por amulherdetrintaanos às 12:47
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Quarta-feira, 19 de Março de 2014

Dia do Pai

Ao pai da minha filha um reconhecimento pelo carinho, paciência e parvoíce da sua categoria de progenitor. Um pai que gargalha não falha!

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publicado por amulherdetrintaanos às 17:28
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Terça-feira, 11 de Março de 2014

Futurismo, ou talvez não, não resisto a partilhar esta projecção

Em 2019: Vai ser assim...

- Telefonista: Pizza Hut, boa noite!

- Cliente: Boa noite, quero encomendar Pizzas...

- Telefonista: Pode-me dar o seu NIF?

- Cliente: Sim, o meu Número de Identificação Nacional é o 6102 1993 8456 5463 2107.

- Telefonista: Obrigada, Sr. Lacerda. O seu endereço é na Avenida Paes de Barros, 19, Apartamento 11, e o número do seu telefone é o 21 549 42 36, certo? O telefone do seu escritório na Liberty Seguros, é o 21 574 52 30 e o seu telemóvel é o 96 266 25 66, correcto?

- Cliente: Como é que conseguiu todas essas informações?

- Telefonista: Porque estamos ligados em rede ao Grande Sistema Central.

- Cliente: Ah, sim, é verdade! Quero encomendar duas Pizzas: uma Quatro Queijos e outra Calabresa...

- Telefonista: Talvez não seja boa ideia...

- Cliente: O quê...?

- Telefonista: Consta na sua ficha médica que o senhor sofre de hipertensão e tem a taxa de colesterol muito alto. Além disso, o seu seguro de vida proíbe categoricamente escolhas perigosas para a saúde.

- Cliente: Claro! Tem razão! O que é que sugere?

- Telefonista: Por que é que não experimenta a nossa Pizza Superlight, com Tofu e Rabanetes? O senhor vai adorar!

- Cliente: Como é que sabe que vou adorar?

- Telefonista: O senhor consultou a página 'Receitas Gulosas com Soja' da Biblioteca Municipal, no dia 15 de Janeiro, às 14:27 e permaneceu ligado à rede durante 39 minutos. Daí a minha sugestão...

- Cliente: Ok, está bem! Mande-me então duas Pizzas tamanho familiar!

- Telefonista: É a escolha certa para o senhor, a sua esposa e os vossos quatro filhos, pode ter a certeza.

- Cliente: Quanto é?

- Telefonista: São 49,99.

- Cliente: Quer o número do meu Cartão de Crédito?

- Telefonista: Lamento, mas o senhor vai ter que pagar em dinheiro. O limite do seu Cartão de Crédito foi ultrapassado.

- Cliente: Tudo bem. Posso ir ao Multibanco levantar dinheiro antes que chegue a Pizza.

- Telefonista: Duvido que consiga. A sua Conta de Depósito à Ordem está com o saldo negativo.

- Cliente: Meta-se na sua vida! Mande-me as Pizzas que eu arranjo o dinheiro. Quando é que entregam?

- Telefonista: Estamos um pouco atrasados. Serão entregues em 45 minutos. Se estiver com muita pressa pode vir buscá-las, se bem que transportar duas Pizzas na moto, não é lá muito aconselhável. Além de ser perigoso...

- Cliente: Mas que história é essa? Como é que sabe que eu vou de moto?

- Telefonista: Peço desculpa, mas reparei aqui que não pagou as últimas prestações do carro e ele foi penhorado. Mas a sua moto está paga e então, pensei que fosse utilizá-la.

- Cliente: Foooddddddd.......!!!!!!!!!

- Telefonista: Gostaria de pedir-lhe para não ser mal educado... Não se esqueça de que já foi condenado em Julho de 2006 por desacato em público a um Agente da Autoridade

- Cliente: (Silêncio).

- Telefonista: Mais alguma coisa?

- Cliente: Não. É só isso... Não. Espere... Não se esqueça dos 2 litros de Coca-Cola que constam na promoção.

- Telefonista: O regulamento da nossa promoção, conforme citado no artigo 095423/12, proíbe a venda de bebidas com açúcar a pessoas diabéticas...

- Cliente: Aaaaaaaahhhhhhhh!!!!!!!!!!! Vou atirar-me pela janela!!!!!

- Telefonista: E torcer um pé?... O senhor mora no rés-do-chão!
publicado por amulherdetrintaanos às 10:27
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Segunda-feira, 10 de Março de 2014

Uma actriz

sorry, perdi o link da imagem

 

Muito bom o recomeço do programa Bairro Alto com esta convidada, a actriz Teresa Gafeira (em cena no Teatro Municipal Joaquim Benite, em   Almada). Sobre a descentralização da oferta cultural, a fidelização de públicos de teatro e a centralidade que as periferias conseguem também construir. Era tão bom se o governo ouvisse estes testemunhos e percebesse.

 

Uma frase marcante da entrevista, sobre aquelas pessoas que, após uma ida ao teatro na sua vida acabam a dizer "-Epá, não gosto nada de teatro!". Alguém diz "-Odeio cinema, nunca mais lá volto!" após ter visto um filme muito mau? Deêm uma segunda oportunidade ao teatro.

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publicado por amulherdetrintaanos às 21:33
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Sexta-feira, 7 de Março de 2014

é sexta feira

Dia para a classe policial descansar depois da desgarrada performativa de ontem. E sobe o degrauzinho. Agora desce toda a gente. Agora empurra para baixo. Agora faz força para cima. Todos amigos. Todos ensaiados. Clap. Clap. Clap.
publicado por amulherdetrintaanos às 19:15
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Quarta-feira, 5 de Março de 2014

O meu pé de laranja lima


Este mesmo. Foi a edição portuguesa que li aos 11 ou 12 anos. Chorei baba e ranho. O primeiro livro que me fez chorar e também constatar como as vidas dos outros podem ser tão diferentes da nossa. Para pior. Lembro-me especialmente da parte em que o "portuga" morre e a devastação do facto para a vida do zézé, esse menino personagem tão empático. Este livro foi-me oferecido pela minha avó que não sabia ler. Víamos a novela homónima juntas, de tarde e pedi-lhe o livro como prenda de anos. Hoje não sei onde está.
Quando ouvi dizer da estreia do novo filme fiquei com saudades do zézé. Procurei o menino actor da novela e o encanto quebrou-se.
Antes e depois
Sobra sempre o livro. Um excelente livro para se ler quando ainda se é pequenino, antes que as manhas, desconfianças e máscaras do estado adulto façam olhar esta história com visão cínica e fria.
publicado por amulherdetrintaanos às 11:20
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Segunda-feira, 3 de Março de 2014

O Carnaval dá para tentar a reflexividade. Há coisas piores, como a crise. Quem?

image001.png

O mundo muda todos os dias. O mundo acaba todos os dias. Quem permanece nem sempre se apercebe dos epicentros da mudança. A mudança só à distância é perceptível. Necessita de um salto espácio-temporal. Nada se analisa sem distância. Ou analisa? Desde as lições que a História (longa) nos dá, às (r)evoluções económicas, nada se lhes compara quanto a mudança das mentalidades consequente. Depois existe a escala. Há o aqui e há o lá. O aqui é o nosso umbigo (e Portugal é um buraco sem ligação). O lá é o resto do mundo. Falam dos norte americanos como auto centrados e ignorantes, mas nesta encosta atlântica também há muitos inscientes etnocentrados. Estes dias (leia-se anos) estão repletos de frases feitas onde se prefixa a "crise" para qualquer análise de curta distância. Estas coisas, já se sabe, porque já muitos sobre elas se debruçaram e nunca ouvi explicação melhor adequada, vêm de cima para baixo. São as elites, senhores. As elites determinam o modus, as bases, cá de baixo da pirâmide social, copiam-nas (muitas vezes sem se aperceber). Nesta microescala, a Europa está para uns como a ponte (é uma passagem), para outros como outra dimensão, para mim como a "elite" (a pobre comunicação social que temos também aí figura). Ela faz, ela manda, o homem segue. E não se pensa. Este país é uma espécie de terapia do riso para a Europa, pelo menos para os quase três dezenas de europeus unidos. Se calhar também para o resto do mundo. Se fosse a haver uma análise ao substantivo crise associado ao plano económico e social, numa espécie de questionário porta a porta, acredito que os resultados fossem uma miscelânea confusa. Crise do quê? Do emprego, da educação, da justiça, da ausente natalidade, da crescente imigração, da segurança social, da finança, dos valores? De tudo porque, a jusante, ninguém consegue identificar onde nasce a crise. Nem os que governam, nem os que pretendem governar. Das lições que se tiram das mudanças em sociedade, a macro escala nunca foi alheia. Há dez anos que andamos a debitar conversas de café, já chateia continuarmos assim. Pegando num telejornal qualquer (são todos iguais, mudam as nuances de lobby económico, mas resultado final é parecido): - Aquilo do Meco- não interessa como notícia. Eram adultos, acidentaram-se. A responsabilidade é dos mesmos. Os seus pares continuam a praxar-se em plena cidade universitária às dezenas, todos os dias e estamos em Março, de caloiros já só sobra a pobre auto-estima; - Notícias da Ucrânia misturadas com as da Venezuela- nenhuma informação de fundo, de contexto, não há paragem entre as duas convulsões, respeitando a distância de continentes, só para uma pessoa conseguir pensar. Pobreza noticiosa; - Assaltos, assaltos, homicídios e assaltos- coisa insólita. Nunca a sociedade portuguesa foi tão fustigada pela ladroagem? -Comentadores que fazem extensão da sua carreira política na televisão, uma espécie de pré reforma. Sempre os mesmos, sempre a mesma falta de ética. Oi? Há gente (ainda) nas universidades que pensa, já pensaram ir lá buscá-los?, - Notícias sobre quem vive abaixo do limiar da pobreza. Sem contexto, sem respeito, sem culpados, entre uma reportagem da feira do mel e outra do concerto do Tony carreira. Caem ali de paraquedas, esquece e passa a outro. Há uns sete anos que andamos com a "crise" de mão dada e ninguém a reconhece. No fundo, é um Carnaval permanente, pobre, lá está, mas muito folião. A máscara deve cair na próxima geração. Continuará a haver Carnaval? Podemos substituí-lo pelo bom gosto veneziano?
publicado por amulherdetrintaanos às 11:18
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Sábado, 1 de Março de 2014

sai, sai da minha vista

Para onde me volte só encontro amendoins cobertos de açúcar e chocolate! Será possível? Isto é coisa para se comer numa hora. Aaté estou empaturrada, livra!

 

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publicado por amulherdetrintaanos às 17:16
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