A mulher de 30 anos não era nascida no 25 de Abril de 74; não ouviu radionovelas e não vibrou com o Festival da Canção. A mulher de 30 anos tropeçou em dois séculos e está aqui! Também opina, ainda não é anciã e agora é mãe

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Boa noite,Como a entendo.Uma coisa é fazer o "que ...
É tão giro encontrarmos desenhos antigos, retratam...
Compreendo perfeitamente! É tão difícil deixá-los ...
Quarta-feira, 31 de Março de 2010

Ai, a Primavera, essa estação inspiradora II

O meu gato espraiou-se completamente pela estação que desponta e não larga o cobertor polar encardido, arrastando-o para todo o lado, mordiscando-o e, de quando em vez, soltando uns grunhidos esquisitos.

 

Concluo que o meu gato é muito viril, mesmo castrado, ainda restaram bastantes hormonas. Apetece-lhe, pronto. Sinto-me um pouco penalizada. Tenho uma parte de responsabilidade pela castração da sua líbido. Qual Rapunsel, mas sem tranças, está encarcerado num 4º andar e não fora o cobertor, não teria qualquer prazer nesta vida. Pobrezinho...

[olha, lá vai ele com o cobertor arrastado para a varanda...]

publicado por amulherdetrintaanos às 17:20
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Sábado, 27 de Março de 2010

Ai, a Primavera, essa estação inspiradora...

Para quem não tem gato, que felizmente não é o meu caso: podem sempre caçar com lebre.

 

 

 

 

 

Como o meu sonho era ter uma casinha, coisa pouca, assim a lembrar aquela do Frank Loyd Wright lá num bosque, com as cascatas perto e debaixo, mais os troncos ali ao lado e os passarinhos e os ângulos, mais as janelas simétricas e muita luz por todo o lado, este "faça você mesmo" deu-me inspiração. Já comecei a procurar a mata mais próxima para o meu projecto de auto-construção pessoal.

 

Decerto que este nosso amigo proprietário também tinha o seu sonho consumista. Ficou à espera que a crise passasse? Ficou inerte após o banco lhe recusar o crédito? Pois não. Como poucos, construiu e, mais, decorou. Dentro de cada um de nós há uma costela de fofinha viterbo. Esta é a prova. Há. Pois, há.

 

 

Gosto da assumida ironia e da humildade da aspiração. Havia um sonho, o da vivenda e havia a partilha do sonho. Essa é a parte mesmo bonita. Face à aparente ausência de critério decorativo, o arquitecto deve ser um homem. Um homem, decerto, senão não haveria um batman a metaforizar a virilidade do sonho, nem estava espetado no topo, como que a comprovar a solidez do telhado. Um homem que odeia bonecas, que as decepa, mas que, por outro lado, assume o seu fascínio por esse universo generalizadamente feminino. Ou isso, ou tentou fazer surpresa à mulher. Logo, um homem. Mais ninguém se lembraria de surpreender o outro de forma tão parva. Mas, pronto. O sonho, a vivenda é deles (se bem, que não concebo nenhuma mulher a lá entrar) e ninguém tem nada a ver com isso. Nem o representante da lonely tunes pelo enforcamento do gato à entrada, nem a edp pelo uso clandestino da energia que, estou certa, iluminará aquela lâmpada em noites menos claras. A barbatana, aquela ali do lado esquerdo, marca a posição geográfica de proximidade ao mar e a porta semi torta, mas quase aberta, lembra-nos que numa casa portuguesa quem bate à porta (se esta não cair) é para se sentar à mesa ca´gente.

 

Destas histórias de resiliência e motivação não reza a história, mas tenho para mim, que isso pouco importa ao proprietário da vivenda o nosso sonho. Valente!

publicado por amulherdetrintaanos às 17:05
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Quarta-feira, 24 de Março de 2010

Trivialidades

Tenho andado a correr de informante para informante. Já digo umas coisas em moldavo e descobri uma vila na China dedicada à exploração de pétalas para perfume de provém o casal mais simpático de chineses comerciantes que já conheci. Bebi de um samovar (grande sonho desde que, durante a leitura da "Mãe" do Gorki, os resistentes se embebiam daquilo e, não havendo ainda internet na altura, pensei que fosse um instrumento do género dos usados pelos alquimistas; mas não, um samovar faz é um chá tão forte que, passados uns dias, ainda sinto a adrenalina e continuo a ir à casa de banho a cada quinze minutos). Também visitei umas hortas urbanas no interior de um bairro tão densificado que eu nunca as teria descoberto e já fui convidada para provar uns maracujás prestes a despontar. No meio disto tudo ainda tive tempo de arranjar as sobrancelhas. Descobri também que o Java, para além de ilha lá para os lados da Indonésia, é uma ferramenta imprescindível para se conseguir fazer alguma coisa no meu pc.
E hoje estive a consolar o meu colega mais idoso: já trabalhava quando eu nasci, continua a trabalhar, já tem netos e enquanto bebia um compal de maça, (´tadinho) lamentava que só daqui a uma década é que se poderia reformar. Creio que o animei quando lhe disse que, sendo mais nova, o havia de ajudar a subir as escadas para o seu gabinete se a saúde piorasse e teria muita paciência com ele se, entretanto, se tornasse senil (que nestas coisas de idosos nunca se sabe). Esboçou um esgar quando constatei que, com PEC ou sem ele, o nosso local laboral qualquer dia exigia que, pessoas novas como eu (cof, cof), fôssemos fazer um curso de geriatria, só para ajudar.  Lá apagou a velinha com fôlego de pessoa activa quase idosa.
E a canção do meu dia; dia este em que o homem-de-trinta-anos-e-mais-um-que-eu se enganou a descongelar jantar e comemos moelas, pela segunda vez, em três dias.
E a canção do dia. Para além de uma voz que apetece ouvir, gosto mais desta versão do que do original.
Continuo com o java inactivo. Sniff. Constatei agora. Fica assim, à sinal de fumo,  http://www.youtube.com/watch?v=LmGmo5NhTY0
publicado por amulherdetrintaanos às 23:06
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Domingo, 21 de Março de 2010

Qual Fénix renascida das cinzas do dilúvio invernal, voltei, a pingar, para a primavera que chega, sequinha

 Depois de um hibernanço, i´m back, feliz da vida e em grande combate à humidade ainda latente em casa (que isto de viver num último andar é desafiante quando não pára de chover há meses, ou dito de outra maneira, as casas deste país não são para aguentar torrentes de água).

 

O selo é engraçado e o título dá-nos vontade de espirrar, ou ao blog, pelo menos...

 

 

1.

Dizer qualquer coisa sobre a minha pessoa...

 

Sendo minha, a minha pessoa, nunca iria falar mal dela. Sou muito, muito positiva, mas às vezes contrabalanço; deveras pragmática, extra organizada e extremamente sensível (aos males do mundo, à arte, às coisas esteticamente deslumbrantes, à inteligência dos outros e à ignorância alheia). Gosto muito de pessoas e de animais, mas gosto mais de mim. Gosto de escrever e gosto de arquitectura e, às vezes de canoagem. Gosto da adrenalina de entrar no mar na praia do Meco e gosto de engolir pirolitos a seguir. A minha pessoa começa a deleitar-se com música clássica e descobre novas paixões com frequência. A última é a ópera e hortas urbanas. Gosto do sol e de margaritas, mas já enjoei as caipirinhas. Pareço pouco modesta neste post, mas isso não corresponde à realidade; logo, sou muito dada a ter´interpretações erradas a meu respeito: o meu segundo nome: idiossicrancia.

 

2.

Dizer qualquer coisa que goste do blog que me deu o selo

 

O selo foi o kick off para este post e é da Fátima. Thanks. Para além de fazer anos no mesmo dia em que eu, aprecio no blog dela o equilíbrio, faz-me lembrar a revista Marie Claire pela diversidade de temas postados, não é temático, mas faz dela o tema, o que é muito apreciável e suaviza vários aspectos da vida que não é só feita de política, nem de poemas, mas  vai mergulhando naquilo que lhe apetece: não é lamechas, às vezes é bruta, outras opinativa, tem humor e, no fundo, tem bom astral.

 

3.

Desafiar 5 blogs, oferecer-lhes o selo e caracterizar os blogs em questão

Desafio quem se sentir desafiado. depois digam, que eu vou cuscar.

 

 

publicado por amulherdetrintaanos às 14:05
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