A mulher de 30 anos não era nascida no 25 de Abril de 74; não ouviu radionovelas e não vibrou com o Festival da Canção. A mulher de 30 anos tropeçou em dois séculos e está aqui! Também opina, ainda não é anciã e agora é mãe

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Boa noite,Como a entendo.Uma coisa é fazer o "que ...
É tão giro encontrarmos desenhos antigos, retratam...
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Terça-feira, 22 de Julho de 2008

há coisas que nos ferem como se tivessem farpas...

Estava a comer um doce delicioso que ontem elaborei, acendi o televisor e dei de caras com uma cena telenovelesca em que este canastrão contracenava com a super gira e fresca dona de um sorriso colgate Angélica Pereira...

 

foto tã linda...http://tvinovelas.blogs.sapo.pt/2008/06/

 

Aquilo caiu-me mal. Não o doce. Juro. Até abri um novo pacote de leite e fervi primeiro e os ovos eram fresquinhos e não cheiravam mal...

 

 

foi mesmo essa tortura, infligida à traição, somente porque o televisor, sabe-se lá porquê, abre na tvi... e toma lá: uma colherada divinal e, ainda com o doce a preparar-se para dizer olá às papilas gustativas, deparo com o copinho de leite a exercer má dicção, vozinha de bébé, braços e pernas desengonçados, pescoço hirto e olhos de carneiro mal morto, a debitar um pedido de desculpa à sua companheira de cena (que, por comparação, ganharia um óscar e um suplemento de ordenado).

 

 

Estragou-me o momento, não há volta...

 

Estou sem tempo para mais, já não vejo nada à frente... Já comecei a fazer a minha micro condicionada mala de viagem!!! É difícil. Só temos uma mala na mota. Muito difícil...

sinto-me: muito bem, obrigada!
publicado por amulherdetrintaanos às 23:17
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Segunda-feira, 14 de Julho de 2008

A silly season tem destas hiperbolizações... parvas

Não houvesse este período pós eurístico assim para o apático. Não houvesse um cansaço cerebral nacional face à chegada da praia, do sol, das férias a crédito e das férias que de "vá para fora cá dentro" só se traduzem em "jantar na varanda e volta a pé na freguesia". Houvesse outro magote de greves para além dos protestos dos agricultures. E o que é que acontecia? Os amiguinhos comunicadores sociais não esgalhavam até à exaustão a história do tiroteio em Loures!

 

E era bem feito? Não, não era, mas é o que sempre fizeram nos outros milhares de acontecimentos iguaizinhos que anualmente se realizam.

 

Agora, e como sempre, este é empolado até à exaustão. Agarrado de tantas maneiras diferentes que é uma miscelânea de ideias mal cozinhadas, sem profundidade e a roçar o disparate que é a pura da generalização tosca.

 

E o governo? Ah? Dispara uns projectos com muita estatística á mistura que assim a discussão cai de vez na abstração e... é só.

 

E as partes envolvidas? Tudo igual: elas que se entendam que desde que fiquem no perímetro do bairro não causam mais mossa e está tudo controlado.

 

Não, não, não, diz aqui a modesta antropóloga. Ai, não, não.

 

A visibilidade é para estes grupos uma excepção. Só a violência, qualquer uma, lhes dá espaço para falar. O conflito é uma linguagem. E é a única partilhada na diferença dos grupos, verdadeiras comunidades e fechadas entre si, apesar de partilharem o espaço do bairro.

 

E avanço uma solução que não é nenhum avanço na discussão da heterogeneidade cultural em espaços fechados. A inclusão habitacional, mesmo quando em património público, pelas diversas zonas urbanas. A concentração de pessoas com características semelhantes nunca pode ser uma solução política de carácter social porque o problema também é cultural.

 

Isto é muito linear, não é uma visão paternalista nem politicamente correcta face à ausência de vontade ou a restrições orçamentais que não tentam experimentar o contrário: a qualificação dos bairros socialmente excluídos, "não problemáticos" (porque até no meu prédio existem "problemas") e isso passa pela inclusão de equipamentos sociais, culturais, desportivos; uma esquadra de polícia porque é necessário o mesmo ou maior acompanhamento e mediação em situações de conflito e, na constituição, todos os cidadãos têm direito à segurança. Isto entre outras coisas que não são novidade, até são senso comum.

 

Estes acontecimentos são sintomáticos de um mal estar social maior. Mostram como o equilíbrio entre grupos é frágil e como o conflito é, na sua óptica, um instrumento válido para a acção numa situação limite.

 

Há conceitos flexíveis consoante a representação social de cada grupo e de cada indivíduo e a forma como ele se posiciona no mundo ou na sociedade. Nestes casos, um deles é a ordem (neste caso, a pública); outro, a honra, outro ainda, a etnicidade.

 

Que fique claro, de uma vez por todas, isto não é multiculturalidade ou o seu resultado. Como diz o Miguel Vale de Almeida, uma cidade só é multicultural quando as pessoas juntas produzem algo novo que nasce da bricolage das suas culturas de pertença e cria uma cultura de refrência.

 

E agora, ideias desgarradas que só servem para confundir a opinião pública e acicatar a situação...

 

 

Esta pérola da interpretação... "ao lado"

 

 

Esta é um bocadito, convenhamos, deveras utópica...

 

 

 

Esta já faz um bocado mais de sentido...

 

 

E esta é a mais lúcida de todas, embora não desenvolva nenhuma metodologia para a acção...

 

 

 Um último apontamento: estas situações nascem e são accionadas por uma minoria de habitantes. A maioria trabalha. Há muitos habitantes dependentes do Estado. Há economia paralela, mas também há solidariedades, crianças, jovens e idosos. A forma negativa como se abordam estes bairros (isso e o discurso paternalista) deturpa qualquer identidade positiva. É injusto e, acho eu, um dos maiores entraves à discussão sobre políticas sociais em Portugal desde há trinta e tal anos.

 

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publicado por amulherdetrintaanos às 22:00
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Segunda-feira, 7 de Julho de 2008

A rede social revela ser sempre uma aldeia

independentemente dé vivermos na cidade ou no campo.

 

Uma pessoa anda cansada; uma pessoa anda sem paciência, faz um esforço extraordinário para continuar enérgica, motivada, alegrota e não pensar que o tempo dimensional ou filosófico (e não só o tempo metereológico) parece mais arrastado do que o normal e que quem espera sempre alcança e blábláblá e o que é nos habilitamos a ouvir logo de manhâ?

 

colega (deveras mais eufórica do que o habitual)- "Já sabes que a X. foi mãe no fim de semana?! Agora, daqui, só faltas tu!!!

 

 

Olhei para ela e juro que vi o Baião (no Big Show Sic) a gritar estridentemente e com sotaque brasileiro: "Não é, pessôau? Bora todos aí cumigo!!! Só faulta ela, só faulta ela!!!"

 

Se isto não é pressão psicológica, não sei o que è. Se vivesse nos Estados Unidos processá-la-ia.

sinto-me:
publicado por amulherdetrintaanos às 21:56
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Quarta-feira, 2 de Julho de 2008

It´s the final countdown...

 

O meu computador doméstico continua a enlentecer a olhos vistos… O martírio por detrás de qualquer postinho que se tente escrever… ninguém calcula!
 
Máquina obtusa! Dá-lhe para isto semestralmente, não percebo! Só sei que estas coisas me deixam tresloucada de impaciência e irritação, enquanto aguardo looongos minutos, mas mesmo longos, para que se execute alguma coisa por mais básica que seja. Assim e numa atitude extremamente racional e adulta teimo em usar o dito, arrastando a lentidão até mais não e acabando por não conseguir fazer nada porque infalivelmente aquilo bloqueia. Daí a escassez de posts, a minha falta de participação blogueira e também a ausência de respostas aos vossos comentários, sempre lidos com muita atenção! Um agradecimento a todas e quando a máquina for ao médico a certeza de respostas actualizadas!
 
E porque não levo eu a máquina ao médico? Para já, porque não merece. Um computador que vai falhando em vez de falhar logo de uma vez não é boa rês. Depois, pela simples razão que tenho coisas bem mais interessantes em que gastar os meus tostões no próximo par de meses.
 
E porquê estarei eu tão poupadinha? Ah?
 
Numa epifania que nos deu cá em casa no decurso de uma lamurienta conversa sobre férias e dinheiro (uma combinação quase pornográfica porque se houvesse justiça neste mundo, uma coisa nada teria a ver com a outra), eis que somos acometidos por uma revelação visionária! E ficou assente. Já sei para onde irei nas minhas tão aguardadas férias!!!
*
 
 
*
Eu sei que isto pode parecer simplório. E é. É pobrezinho e um hino à decadência da classe média, mas que posso eu fazer? Se há certezas neste mundo, a minha é que preciso mesmo de férias, sair do sítio onde estou sempre, apesar de gostar muito de estar, mas que depois de quase 12 meses sem dele sair, a respirá-lo, a vê-lo, a percorrê-lo, estou cansada.
 
Ando aqui, há uns largos dias, a contar semanas, acorrendo a esse simbólico sistema de calendário presidiário, em que se riscam os dias que faltam com uma grande e gordinha cruz. Só não o faço na parede do meu gabinete, pois alguém não ia achar piada. Assim, no meu calendário personalizado, já coloquei cruzinha no dia 1 do 7 que já está quase passado… e já agora cruzinha também em cima do dia 2 do 7, assim como assim é já amanhã e passa num instante… e, porque não, no dia 3 e 4 do 7 que já ficam despachados e é sempre uma semana a menos. Depois volto a recontar congratulando-me pelos dias a menos que faltam, desde há umas horas atrás em que só o dia 1 do 7 tinha cruz e isso tem um positivo efeito psicológico inequívoco.
 
Isto tudo porque eu vou para um dos sítios mais espectaculares do mundo. E é mais fácil encontrar um bule igual ao do Aladino do que encontrar famílias portuguesas aos magotes (urgh). E vamos de mota, o que torna a coisa ainda mais kerouaquiana! Ah e vamos só nós os dois, a mulher e o homem de trinta anos, pois não há ninguém que nos queira acompanhar. Isso não me interessa nada, pois viajarmos os dois é muito fixe, divertimo-nos na companhia de cada qual e somos muito sintonizados em todos os aspectos da prática da viagem (e isto não é de somenos, pois conheço casais que não conseguem viajar e não se divertem sozinhos, o que só por si é estranho e dá para nos interrogarmos sobre o motivo de serem casal).
 
O mais fixe é que não precisamos de tratar de nada: basta levar o cartão Multibanco e o passaporte, uns comprimidinhos para os desarranjos intestinais, mais um genérico de um anti-inflamatório e uma loção para qualquer irritação cutânea, trocar os pneus e fazer um seguro especial à mota e voilá… é só ir embora. Não se marca nada, não se confirma reserva, não se traça pormenores do percurso, simplesmente “vamos”, naturalmente”vamos” e haveremos de chegar. E depois uma pessoa também já está  cansada de ser certinha durante o resto do ano e ter tudo programado com semanas de antecedência. Venham lá as aventuras (que as há sempre), mais os contactos culturais e religiosos, mais a articulação de diálogos noutras línguas e a gastronomia, mais a paisagem, mais a arquitectura e mais os cheiros e o ambiente e as pessoas. As pessoas mais acolhedoras de entre todas aquelas que eu já conheci!!!
 
Era isto ou a Mongólia e para a última não consigo passar da Eslovénia para a frente, salvo a redundância… falta-me um montinho de euros assim, como no anúncio do suissinho, e algo me diz que se molhar os que tenho no copo do dito, também não hão-de aumentar, ficam apenas molhados e peganhentos…
 
 
 
 
sinto-me: efusivamente feliz
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publicado por amulherdetrintaanos às 14:40
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