A mulher de 30 anos não era nascida no 25 de Abril de 74; não ouviu radionovelas e não vibrou com o Festival da Canção. A mulher de 30 anos tropeçou em dois séculos e está aqui! Também opina, ainda não é anciã e agora é mãe

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Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2008

Olhá segunda feira fresquinha!!!

O bipolarismo auto-diagnosticado (digo eu chocosamente rindo da minha pessoa, não o médico) de que padeço tem destas coisas. Acordei hoje com uma energia “pilhar”, de pilhão e de pilha. Ena, 2ª feira! Tantas coisas para fazer esta semana! Ah, que semana tão trabalhosa!!! Ainda por cima vou fazer coisas de que gosto mesmo, tipo ficar fechada em arquivos, hemerotecas e afins (é a sério, gosto mesmo)!

 
Depois de uma semana horrorosa, deve ser isto a resiliência ou então estou a precisar de ser internada numa casa de repouso (se pudesse escolher, hiperbolizava os sintomas se soubesse que me colocariam, de certeza, num spa com massagens de hora e meia a cada meio dia)!
 Mas isto comigo é mesmo assim. Melhor, deve mesmo ser assim; tem de ser assim, não pode ser de outra maneira. E eu, ao pré analisar as minhas três décadas passadas (o que aconteceu para aí entre os 29 e meio e 30 e meio), achei coerente investir alguma energia em tentativas de ultrapassar coisas más, não ficar a “aboborar” situações irremediáveis e, last but not the least, relativizar acontecimentos mesmo-maus-mas-que-não-matam-ninguém.
 
Assim e para não hiperventilar nem atrofiar com a respiração a cada 5 segundos (uma situação mesmo idiota que me aconteceu aí há uns meses e que, de acordo com o senhor doutor, era a súmula de uma situação de stress, um pequeno episódio de ansiedade e que, como prognosticado, passaria concerteza). Dias maus, esses, pois do atrofio respiratório descobri também que a minha veia hipocondríaca é proporcional a climaxes sócio-conflituosos e já me via acometida de terríveis doenças.
 
Ora o atrofio respiratório acabou por passar uns dias depois (e sem tomar nada de nada, pois eu não sou uma desequilibrada com baixa de endorfinas e outros químicos cerebrais, mas sim uma desequilibrada de foro ambiental a quem o stress, quando é muito, começa a cheirar mal).
 
Enquanto escrevo este post (que era para ser bem mais pequeno, mas estas coisas fluem como... as coisas que fluem)... estava a passar-me pela cabeça que... aos trinta anos as pessoas já têm realmente mais skills, mais alternativas e estratégias, memórias cumulativas, sei lá, a ser usadas para resolver os males que lhes vão calhando em sorte (bela expressão: é da terra dos meus pais!). E eu noto isso quando realmente faço um esforço grande e consciente para ultrapassar obstáculos, sem fugir, sem chorar, sem entrar em auto-negação, simplesmente tentando olhar as coisas como são e procurar soluções concretas para resolver assuntos mais e menos objectivos. Agora, não sei onde-quando e como, foi acontecendo. É quase como no texto que a sonjita colocou num comentário recente a um destes posts (Nota solta sobre o que se anda a fazer aqui), mas sem, ainda, ser assim tão clarividente.
 
Paro agora, é melhor, pois estou a descambar para uma potencial sinopse de guião para um dos programas da Oprah e não me apetecia nada ser ainda contactada pela Angel Network para integrar a equipa produtora de um talk show com tão grande audiência. Seria muito stressante!
 
 
sinto-me:
publicado por amulherdetrintaanos às 21:40
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6 comentários:
De Tg a 28 de Janeiro de 2008 às 22:43
Exaustivo mas intenso este teu post. Eu infelizmente apesar dos meus também 30 anos, ainda tenho o síndrome da cachopa mimada sobreprotegida...que me leva a fugir...chorar...amaldicoar o Mundo...antes de pôr o meu instinto de sobrevivência, mãos e cabeça a funcionar para resolver possíveis problemas
Agora calma que ainda entras em hipervetilação...já me aconteceu e sei que não é nada agradavél...mas acho que as crises de choro compulsivo que uma vez por outra me assolam...são para mim bem piores...para teres uma ideia é como hiperventilar e chorar ao mesmo tempo...um espectaculo nada digno...digasse de passagem. Enfim cada uma com os seus "traumas", inseguranças e stresses...
Beijo e fica bem ;)
De amulherdetrintaanos a 1 de Fevereiro de 2008 às 13:35
As crises de choro até podem ser muito positivas. Nada como uma catarse de lágrimas e uns bons soluços para limpar a cabeça. Agora, aquela cena da hiperventilação é realmente assustadora! Mas é verdade, cada um com a sua "pancadita" e as suas estratégias de ficar novamente renovado e ainda bem, no fundo, é mesmo isso que interessa. Obrigada pela partilha da experiência. Bjs e bom fim de semana!!!
De jts a 30 de Janeiro de 2008 às 19:37
Então vamos lá comentar esse trabalho. Uma mulher de 30 anos não é nova...? Essa agora, é nova. Com essa idade, meu Deus... "até a barraca abana"!!!
Os letristas da canção nacional, dizem que a "mulher de trinta" , é uma mulher extraordinária, que mesmo contrariando alguns homens, tantas vezes lhes dão p'la barba.
Sabe minha querida, a vida é um bem extraordinário que Deus nos deu. Temos que saber aproveitar bem, essa oportunidade. Trinta anos... se eu me apanhava nessa idade, oh minha cara senhora...
TRINTA ANOS
SÃO BEM VINDOS
OH QUE GRANDE DOÇURA,
MAS HÁ QUE APROVEITÁ-LOS
GOZAR A VIDA COM PRAZER
ENQUANTO TUDO ISTO DURA!!!

Obrigado pelos seus magníficos texto,
Um abraça, JTS

De amulherdetrintaanos a 1 de Fevereiro de 2008 às 13:46
Ora muito bem vindo, nesta estreia, aqui ao blog da... trintona! Evidentemente que uma mulher de trinta anos ainda é nova. Agora, já não é tão nova como uma de vinte e também já vai assim, só um bocadito, à frente de uma adolescente. Aprecio bastante esta idade e penso que todos nós devemos aproveitar ao máximo todas as idades pelas quais vamos passando porque uma coisa, aos trinta, já percebi: passa e passa depressa! E claro que sim, aos trinta ainda existe um depósito de energia inesgotável (abana, não só a barraca, mas o prédio todo!) que deve ser muito bem aplicada e sem perdas de tempo desnecessárias. Obrigada pela estrofe e pelas palavras. Volte sempre. Bjs e bom fim de semana.
De framboesa a 31 de Janeiro de 2008 às 09:43
...hummm...depois de ler e reler o post...(isto c a idade uma pessoa tem q reler as coisas senão não fica nadinha...como sabes aliás!)...chego á conclusão q houve um qualquer erro de calendário e afinal eu devo andar aí pelos 22...pronto...23 anos...pq as trinta ainda n tenho skills coisissima nenhuma, encaro a vida de casada e a vida doméstica cm se brincasse ás casinhas e a vida laboral cm se o meu emprego de verdade ainda estivesse para vir...estranho né?
hummmmm...
Agora deixaste-me a pensar caraças....

bjs um pouco atrofiados e em negação...e quiça c uma pitada de choraminguice...

p.s. eu conheço duas pessoas bipolares (mesmo, de verdade), e olha, qa vida delas é memso um inferno :-S
De amulherdetrintaanos a 1 de Fevereiro de 2008 às 13:55
Ai que horror! Eu sei que sou um pouco desbocada com as palavras, mas tenho muito respeito pelas pessoas doentes (as bipolares incluídas). As doenças psicológicas ou mentais são, a meu ver, das mais injustas, pois muitas vezes nem se sabe o que se passa e deve ser assustador não conseguir distinguir o real do real imaginário. Ainda bem que sou saudável!
Agora... tu não fiques assim, pá! É que isto foi um post dum período mais introspectivo deste meu início de ano e depois eu também sou assim: muito organizada, penso muito em tudo, muita responsabilidade e blá, blá, blá mas depois vai-se a ver e, na maior parte do tempo, também ando a brincar às casinhas. Eu e ele, a sós, em casa, tipo "Sozinhos no infantário"!!! Agora, o meu trabalho é que tenho mesmo de levar a sério... é que, nesta situação portuguesa, é uma sorte trabalhar numa área que é a da nossa formação e se este se vai... num sei não... Vá, não penses mais nisso e vai é preparar o teu fim de semana! Diverte-te. Bjs (da trintona super séria) :)

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