A mulher de 30 anos não era nascida no 25 de Abril de 74; não ouviu radionovelas e não vibrou com o Festival da Canção. A mulher de 30 anos tropeçou em dois séculos e está aqui! Também opina, ainda não é anciã e agora é mãe

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Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2008

Para além da inevitabilidade da morte...

... fica uma sensação de desperdício, um anódino vazio.
 
Lá morreu o Luiz Pacheco. Viva o Luiz Pacheco!
 
E nem sequer vou enumerar as adjectivações, ideias ou citações de amigos, conhecidos ou estudiosos da obra e do personagem, presentes um pouco por todos os jornais diários entre ontem e hoje. Leiam.
 
Faço uma excepção honrosa a um comentário do Público on-line de um leitor que fazia notar (nunca é demais) o destino fatal do escritor ao ser conduzido logo para o Hospital do Barreiro. Agora a sério, ainda a outro comentário de um acéfalo que se intitulou de anónimo e que não compreendia o motivo de tanto alvoroço noticioso para com uma pessoa que se tornou conhecida (?!) apenas por ter criticado a Margarida Rebelo Pinto numa entrevista (hum... quem? Hum? Ah, a loira que aparecesse numas revistas às vezes. Tá bem.). Estúpido. Mas é que há mesmo gente estúpida! Desancaram-no bem os outros leitores empedernidos e bem mais esclarecidos. Toma e embrulha anónimo e volta lá para a gruta de onde emerges só às vezes para seres trucidado on-line.
 
Podem não gostar do Luiz Pacheco. Podem considerar “abjecto” o estilo literário (ele ficaria contente). Podem conhecer pouco da sua obra que, claro, não tem uma máquina de marketing por detrás como a da loira da revistas. Mas agora não conhecer nada?! Não saber quem é?! Nem “A Comunidade”?! Francamente. Também não conhece o Césariny querem ver?! Revejam lá as leituras obrigatórias e as vossas prioridades. Para anónimo acéfalo ou para quem quiser saber mais, o site não oficial é muito completo.
 
Estou triste, pá. Estas mortes deixam-se assim. É que este país precisava mesmo de pessoas assim (ops, concordo com o Saramago...) e como a vida cultural portuguesa é uma chatice aburguesada, quase completa, de tão politicamente correcta, o gajo faz mesmo falta. Agora já ninguém escreve em português, usando o calão como ele deve ser usado, com a normalidade que lhe assiste: com a letras todas e bem redondinhas em frases bem construídas onde se escondem as ideias e os princípios (a)morais, políticos, sociais, éticos bem definidinhos. Ninguém consegue sublimar o corpo em letras como ele.
 
 Faz também falta porque pensava (e isto só por si já é muito) e dizia e sabia ser, refinada ou escabrosamente, cínico e era livre, toda a vida foi livre, tão livre e por isso tão honesto, dizem que consigo e com os outros e eu acredito. Quase ninguém consegue ser assim toda a vida. Tem mérito, sim senhor.
 

 

 

 

 
 
 
publicado por amulherdetrintaanos às 21:51
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